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Azul no 2T25 surpreende com lucro bilionário em meio à recuperação judicial

A Azul surpreendeu no 2T25 ao reportar um lucro líquido de R$ 1,29 bilhão, revertendo um prejuízo de R$ 3,5 bilhões do ano anterior. Com uma receita operacional líquida recorde de R$ 4,9 bilhões, impulsionada por uma demanda consistente e um crescimento de 19,3% no tráfego de passageiros, a companhia se destaca em meio à recuperação judicial. A reestruturação via Chapter 11 e parcerias estratégicas com grandes companhias aéreas prometem fortalecer ainda mais sua posição no mercado. Descubra como a Azul está se reinventando e se preparando para um futuro promissor!
Azul no 2T25
John Rodgerson destacou que as parcerias com United e American reduzem dívidas e ampliam o caixa. (Imagem: Divulgação)

A Azul no 2T25 contrariou o cenário de incertezas e entregou um dos resultados mais expressivos de sua história recente. A companhia reportou lucro líquido de R$ 1,29 bilhão, revertendo o prejuízo de R$ 3,5 bilhões do ano anterior. Além disso, a receita operacional líquida foi recorde para um segundo trimestre, atingindo R$ 4,9 bilhões — alta de 18,4% sobre 2024 — impulsionada por demanda consistente, receitas auxiliares robustas e desempenho sólido nas unidades de negócios.

O tráfego de passageiros subiu 19,3%, levando a taxa de ocupação a 81,5%. Com isso, o Ebitda avançou 8,6%, para R$ 1,14 bilhão, e a liquidez imediata fechou em R$ 3,3 bilhões. No entanto, o destaque também está na reestruturação via Chapter 11, que prevê US$ 1,6 bilhão em financiamento e até US$ 950 milhões em novos aportes — estratégia que, segundo o CFO Alexandre Malfitani, vai fortalecer o caixa e sustentar o lucro da Azul.

Crescimento internacional sustenta Azul no 2T25

A capacidade consolidada cresceu 17,5% frente a 2024, com destaque para alta de 36,8% nas operações internacionais. Por outro lado, o mercado doméstico também avançou 12,9%, beneficiado pela recuperação da malha aérea no Sul após as enchentes do ano passado. Assim, as receitas auxiliares aumentaram 21%, com salto de 45% nas reservas da Azul Viagens e 14% na Azul Cargo.

Reestruturação e corte de custos ampliam competitividade

Aprovado pela Justiça dos EUA, o acordo com a AerCap — maior arrendadora da Azul — pode gerar mais de US$ 1 bilhão em economia. Enquanto isso, o CEO John Rodgerson destacou que as parcerias com United Airlines e American Airlines reduziram endividamento e aumentam a geração de caixa. Dessa forma, a Azul encerra o 2T25 em posição de vantagem estratégica: além de ter revertido prejuízos e expandido internacionalmente, criou bases sólidas para manter margens positivas em um setor volátil, onde custos de combustível, câmbio e competição global serão determinantes para sustentar o crescimento no médio prazo.

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