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ESG no mercado imobiliário ganha força com certificações e projetos inovadores

O conceito de ESG no mercado imobiliário tornou-se crucial na hora de escolher imóveis, tanto para investidores quanto para famílias brasileiras. Com 29% dos compradores prontos para pagar mais por propriedades sustentáveis, a busca por eficiência energética e áreas verdes aumenta. Empresas como a CMO Construtora e a Dinâmica Incorporadora estão à frente, investindo em energia limpa e práticas ambientais inovadoras. Veja como a sustentabilidade se tornou um diferencial competitivo e um valor no mercado, moldando o futuro das cidades até 2030.
ESG no mercado imobiliário com áreas verdes em empreendimento residencial sustentável
ESG no mercado imobiliário: áreas verdes e bem-estar como diferenciais nos empreendimentos. (Imagem: Divulgação)

O conceito de ESG no mercado imobiliário deixou de ser apenas um termo corporativo distante. Hoje, ele já aparece no dia a dia de quem busca um imóvel. O que antes parecia preocupação de investidores globais se transformou em um critério de escolha também para famílias brasileiras. E os números confirmam: a consultoria Grand View Research projeta que o setor deve alcançar US$ 89,9 bilhões até 2030, crescendo em média 5,1% ao ano.

ESG (Ambiental, Social e Governança) é a sigla em inglês para Environmental, Social and Governance. O conceito reúne práticas de sustentabilidade, responsabilidade social e gestão corporativa, usadas para avaliar empresas e orientar decisões de investidores.

ESG no mercado imobiliário e o consumidor

Essa mudança não está restrita aos escritórios das construtoras. Quem procura um imóvel começa a olhar para aspectos como eficiência energética, áreas verdes e certificações ambientais. Segundo levantamento da Offerwise, 29% dos compradores nas principais capitais aceitariam pagar mais caro por imóveis sustentáveis. É quase 1 em cada 3 consumidores que já atribuem valor extra à sustentabilidade. O dado conversa diretamente com a pesquisa ESG Radar 2023, da Infosys, que mostrou: 90% dos executivos acreditam que práticas ESG geram ganhos financeiros, sendo que 41% perceberam retorno em até três anos.

Casos de empresas que adotam ESG no mercado imobiliário

A história do ESG no mercado imobiliário fica mais clara quando se observa a prática. A CMO Construtora, por exemplo, decidiu investir em energia limpa. Três usinas solares abastecem 100% do consumo da empresa, e o residencial Viverde Areião contará com placas fotovoltaicas em áreas comuns. A Dinâmica Incorporadora também escreve seu capítulo: pioneira na gestão de resíduos com o Projeto Entulho Zero ainda nos anos 1990, hoje leva hortas para os canteiros de obras, unindo colaboradores e futuros moradores em torno de boas práticas ambientais e sociais.

Certificação como diferencial competitivo

As certificações são o passaporte desse novo mercado. A SOMOS Desenvolvimento Imobiliário lançou, em parceria com Partini, ENEC e Joule, o Ázus Casa Conceito, que recebeu uma estrela da certificação internacional Fitwell. Para o CEO Fernando Razuk, “a certificação sustentável agrega muito valor ao produto e se tornou um fator importante na escolha de um imóvel”. No mesmo caminho, a Sousa Andrade Construtora conquistou reconhecimento do Sistema B em pesquisa com clientes e renovou certificações como ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001, ligadas a qualidade, gestão ambiental e saúde ocupacional.

ESG no mercado imobiliário e áreas verdes

Há também quem faça da natureza parte indissociável dos projetos. A Consciente Construtora e Incorporadora já lançou mais de 11.300 m² de áreas verdes, com destaque para o Casa Brasileira e o Auro Consciente. Lagos, praças e paisagismo nativo transformam cada empreendimento em uma experiência de bem-estar.

“O verde não é acessório: está no coração de cada empreendimento, moldando o bem-estar dos moradores”, afirma Camila Inácio, gerente da companhia.

Sustentabilidade como valor de mercado

A narrativa que se desenha é clara: o ESG no mercado imobiliário deixou de ser discurso e se tornou valor de mercado. Consumidores buscam bem-estar, eficiência e saúde. Empresas que incorporam energia limpa, áreas verdes e certificações colhem reputação, vendas e investidores. Até 2030, o setor tende a consolidar essa virada como um modelo de longo prazo, unindo rentabilidade e qualidade de vida nas cidades.

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