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Guerra do delivery no Cade expõe disputa entre Keeta, Rappi e 99Food

A guerra do delivery no Cade está intensa. Com a chegada da Keeta e da Rappi para competir com a 99Food, surgem acusações sobre cláusulas contratuais que restringem a concorrência. O que isso implica para o futuro das entregas no Brasil? Especialistas indicam que esse caso pode alterar as regras do mercado digital, afetando o poder de negociação de players como iFood e 99Food. Entenda como essa disputa pode impactar a economia digital e criar um ambiente mais equilibrado para restaurantes e consumidores!
guerra do delivery no Cade entre Keeta, Rappi e 99Food
Guerra do delivery no Cade: disputa entre Keeta, Rappi e 99Food reacende debate sobre exclusividade e concorrência entre aplicativos de entrega. (Imagem: Ilustrativa)

A guerra do delivery no Cade ganhou força com a entrada da Keeta e da Rappi contra a 99Food. As empresas acusam a rival de impor cláusulas contratuais que proibiriam restaurantes de operar com concorrentes. Essa disputa reacende o debate sobre exclusividade e livre concorrência no setor de aplicativos, que movimenta bilhões e molda o consumo urbano no país.

A denúncia foi apresentada ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão responsável por fiscalizar abusos de poder econômico. Segundo a Rappi, a 99Food estaria exigindo que estabelecimentos parceiros mantivessem exclusividade, sob pena de punição contratual. A Keeta, pertencente ao grupo chinês Meituan, reforçou a queixa ao afirmar que tais práticas poderiam limitar o acesso de novos players e consolidar um duopólio no mercado de delivery.

Cláusula de banimento e exclusividade no mercado de delivery

A disputa gira em torno da suposta “cláusula de banimento”, citada pela Rappi como instrumento que impede restaurantes de manter contratos com outras plataformas. Para especialistas, essa cláusula seria o centro da guerra do delivery no Cade, pois levanta questionamentos sobre o equilíbrio entre concorrência e fidelização comercial.

A 99Food nega a existência de cláusulas de banimento e afirma que seus contratos seguem “condições regulares de mercado”. A empresa recorda que o Cade já analisou casos semelhantes envolvendo o iFood em 2023, quando foi firmado acordo para limitar exclusividades. O precedente reforça a atenção do órgão regulador a condutas capazes de distorcer a concorrência digital no país.

Impactos econômicos e desdobramentos da guerra do delivery no Cade

A guerra do delivery no Cade representa mais do que uma disputa entre empresas: trata-se de um marco regulatório para o setor de delivery no Brasil. O processo pode servir de referência para plataformas digitais, definindo limites entre parcerias legítimas e práticas abusivas.

Se o Cade confirmar as restrições alegadas, a decisão poderá abrir espaço para novas regras de mercado e estimular a entrada de novos concorrentes. Essa medida afetaria diretamente o poder de negociação das grandes plataformas do setor, hoje responsáveis pela maior parte das entregas no país.

Risco de concentração e futuro da guerra do delivery no Cade

Especialistas avaliam que a guerra do delivery no Cade deve servir como novo termômetro para a regulação das plataformas digitais no Brasil. A investigação tem potencial para redefinir parâmetros de exclusividade em aplicativos e fortalecer a atuação antitruste no ambiente digital.

Em caso de confirmação de práticas restritivas, a decisão poderá gerar revisões contratuais e incentivar a diversificação de players. Na prática, isso afetaria o poder de barganha das empresas líderes, que concentram grande parte do mercado de delivery.

Novas regras e a disputa pelo mercado digital

A guerra do delivery no Cade simboliza uma mudança no equilíbrio competitivo do setor. Ao desafiar cláusulas de exclusividade, Keeta e Rappi buscam ampliar o acesso de restaurantes e garantir condições equitativas. O Cade, por sua vez, terá de equilibrar inovação, liberdade contratual e proteção à concorrência.

Independentemente do resultado, o processo deve servir de marco para as relações entre plataformas, restaurantes e consumidores — um teste para o futuro da economia digital e para a capacidade do Brasil de evitar novos monopólios tecnológicos.

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