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Alta de Wall Street: Índices atingem recordes com inflação reduzida

As ações de Wall Street subiram, atingindo alta histórica em 24/10 após dados de inflação abaixo do esperado reacenderem as expectativas de cortes de juros pelo Federal Reserve. O S&P 500 superou o pico anterior de outubro e fechou em 6.805,71 pontos, enquanto Nasdaq e Dow Jones também renovaram máximas. A sessão foi impulsionada pelo avanço de empresas de tecnologia, como Intel, AMD e Alphabet, e por ganhos expressivos de Ford e Coinbase. Analistas classificaram o rali como um “alívio de mercado”, mas alertaram para o risco de sobrevalorização diante do otimismo com a política monetária.
Fachada da Bolsa de Nova York simbolizando a alta de Wall Street e o recorde histórico dos índices americanos.
A alta de Wall Street em 24/10 levou o S&P 500, Nasdaq e Dow Jones a recordes históricos após dados de inflação abaixo das expectativas nos Estados Unidos. (Imagem: Wikimedia)

Na sessão desta sexta-feira (24/10), a alta histórica de Wall Street foi impulsionada pela divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) dos Estados Unidos, que avançou menos do que o esperado em setembro, segundo o Departamento do Trabalho. A leitura mais branda da inflação reforçou as apostas de que o Federal Reserve (Fed) poderá antecipar o ciclo de cortes de juros, reacendendo o otimismo nos mercados acionários.

Segundo apurou a Reuters, os três principais índices de ações dos Estados Unidos registraram subidas. O S&P 500 fechou em 6.805,71 pontos (+1%), enquanto o Nasdaq Composite avançou 1,29% (23.236,55 pontos). Já o Dow Jones Industrial Average subiu 1,1% (47.249,67 pontos), consolidando novos recordes históricos para os principais índices americanos.

A marca é relevante porque supera o pico anterior do S&P 500, registrado em 08/10, quando o índice havia fechado em 6.753,72 pontos, até então o nível mais alto de sua história.

Alta de Wall Street e expectativas monetárias

A combinação de inflação mais fraca e projeções de cortes acelerados de juros impulsionou o apetite por risco. Investidores agora estimam que o Fed reduzirá a taxa básica em três etapas de 0,25 ponto percentual até março, um mês antes da previsão anterior. Dessa forma, essa perspectiva elevou o humor dos mercados após semanas de negociações instáveis e levou ao recorde em Wall Street.

Principais destaques da sessão:

  • Russell 2000: +1,6%, impulsionado por empresas de menor capitalização.
  • Setor financeiro (S&P 500): +1,2%.
  • Ford: +10,9%, após lucro trimestral acima do esperado.
  • Procter & Gamble: +1%, com forte demanda em produtos de beleza e cuidados pessoais.
  • Coinbase: +7,9%, após recomendação elevada pelo JPMorgan.
  • Deckers Outdoor: -12%, com projeção de vendas abaixo das estimativas.

Tecnologia em destaque

A alta de Wall Street foi reforçada pelo desempenho das ações ligadas à inteligência artificial (IA) e semicondutores:

  • Intel: +0,7%, após lucro acima das previsões do 3T25.
  • AMD: +6,7%; Micron: +5%; Nvidia: +1,8%.
  • Philadelphia Semiconductor Index: +2,2%, renovando recorde histórico.
  • Alphabet (Google): +2,9%, após a Anthropic anunciar uso de bilhões em chips da empresa para treinar o chatbot Claude.
  • Expectativa elevada com balanços de Apple e Microsoft, programados para a semana seguinte.

A tecnologia, portanto, segue como força motriz crucial para os índices recordes em Wall Street. Porém, enquanto o mercado de chips e semicondutores deve continuar aquecido, especialistas apontam que as empresas de tecnologia podem apresentar ações infladas, com forte risco de uma bolha de IA, como está sendo chamada.

O que esperar dos índices no cenário atual

A alta de Wall Street, ao atingir patamares inéditos, reflete o otimismo crescente com a economia americana, mas também acende alertas sobre o risco de excesso de confiança. Analistas do Wells Fargo Investment Institute classificaram o avanço como um “rali de alívio”, sustentado por dados benignos e não por uma mudança estrutural.

O foco do mercado agora se desloca para o encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, que pode redefinir o clima comercial global. Agora, se o Fed confirmar o início do ciclo de cortes em novembro, o impulso atual tende a se prolongar — mas sua manutenção dependerá da consistência dos lucros corporativos e da trajetória da inflação.

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