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Setor de serviços no Brasil sobe a 50,1 em novembro e volta a crescer

O setor de serviços no Brasil avançou para PMI de 50,1 em novembro, encerrando sete meses de retração e mostrando sinal de retomada moderada em meio a custos elevados e demanda variável.
setor de serviços no Brasil registra avanço no PMI em novembro
Desempenho do setor de serviços no Brasil melhora após alta do PMI medida pela S&P Global.

O setor de serviços no Brasil voltou ao campo positivo em novembro ao atingir 50,1 no Índice de Gerentes de Compras (PMI) da S&P Global, resultado que interrompe sete meses de queda e marca o melhor nível em oito meses, abrindo espaço para nova leitura sobre a força da demanda e o avanço moderado das vendas.

A leitura do indicador revela que parte das empresas percebeu melhora após conquistar novos contratos, enquanto outra parcela ainda observou procura fraca. Mesmo assim, as vendas totais voltaram a crescer, encerrando o período mais longo de desempenho negativo desde a pandemia. Um fator citado por participantes foi a COP30, que teria impulsionado negociações e ações de marketing em novembro.

Setor de serviços no Brasil e a dinâmica da demanda

No segmento de serviços, o emprego aumentou pelo terceiro mês seguido, embora de forma moderada. Algumas empresas relataram esforço para segurar despesas, enquanto outras apontaram falta de profissionais qualificados. A pressão de custos também ganhou força. A inflação dos insumos acelerou para o maior nível em três meses, puxada por eletricidade, combustível, alimentos, seguros, material de escritório, aluguel, IPTU e bebidas.

Apesar do quadro desafiador, a confiança para os próximos meses atingiu o nível mais alto em meio ano. O Índice de Produção Futura mostrou expectativa de melhora da demanda em 2025. A diretora associada da S&P Global Market Intelligence, Pollyanna De Lima, destacou que será necessário observar o resultado de dezembro para verificar se o impulso visto em novembro será mantido, já que parte do avanço pode ter sido pontual.

Setor de serviços no Brasil em relação à indústria

O desempenho do mercado de serviços também ajudou a suavizar a contração da atividade empresarial agregada. O PMI Composto subiu a 49,6 em novembro, a melhor marca em oito meses. Na indústria, o indicador avançou para 48,8, ainda abaixo de 50, mas com leve melhora frente ao mês anterior. Esse cenário reforça a importância do setor terciário no ciclo econômico brasileiro, especialmente em períodos de oscilação industrial.

Perspectivas para os próximos meses

Essa trajetória mais favorável indica que o setor terciário mantém margem para crescimento gradual, mesmo com pressões de custos e incertezas ligadas às eleições de 2026, tema citado por algumas empresas. O segmento de serviços, porém, continuará dependente do comportamento da demanda interna, da inflação de insumos e da capacidade das empresas de ajustar estratégias comerciais.

O ambiente atual exige análise constante, porque o setor ainda funciona como termômetro do mercado e pode antecipar tendências relevantes para a economia em 2025. Os indicadores utilizados fazem parte da base estatística compilada pela S&P Global, responsável pela metodologia e atualização mensal do PMI.

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