Conteúdo Patrocinado
Anúncio SST SESI

IPCA de novembro sobe 0,18% e energia lidera pressão inflacionária

O IPCA de novembro subiu 0,18%, impulsionado principalmente pelos reajustes de energia elétrica e pelo avanço das passagens aéreas, enquanto os alimentos no domicílio recuaram pelo sexto mês seguido, ajudando a conter o índice. As tarifas regionais reforçaram o peso do grupo Habitação, com altas expressivas em Goiânia, Brasília e Porto Alegre, e reajustes de água e esgoto em Fortaleza. Saiba mais lendo a matéria completa.
IPCA de novembro: energia e serviços lideram pressão inflacionária. (Foto: Reprodução)

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de novembro avançou 0,18%, acima do ritmo observado um mês antes. A leitura mensal, divulgada nesta quarta-feira (10/12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reforça a influência de serviços e itens administrados, enquanto a queda persistente dos alimentos no domicílio evita um resultado mais intenso. A elevação também mantém o acumulado de 2025 em 3,92%, com 4,46% nos últimos 12 meses.

Além disso, a composição do índice mostra que energia elétrica e serviços de turismo reforçaram a pressão do período. Contudo, alimentos recuaram pelo sexto mês consecutivo, o que ajuda a limitar a força inflacionária em um cenário em que tarifas regionais mantêm impacto relevante.

IPCA de novembro e a pressão das tarifas

A leitura do mês mostra que as tarifas foram o principal vetor de pressão no IPCA de novembro. Isso ocorreu porque diversos reajustes autorizados às distribuidoras de energia foram incorporados pelo IBGE. Como esses valores representam o que as famílias de fato pagam, cada alteração tarifária se reflete diretamente no grupo Habitação.

Esses reajustes explicam por que a energia elétrica residencial teve alta nacional de 1,27% e ganhou peso no resultado. A seguir, os principais reajustes regionais registrados no mês:

Reajustes tarifários de energia elétrica incorporados ao IPCA:

  • Goiânia: +13,02% — reajuste autorizado em 22/10.
  • Brasília: +7,39% — também vigente desde 22/10.
  • Porto Alegre: +2,39% — aplicado em 22/11.
  • São Paulo: +0,70% — revisão tarifária de uma concessionária local.

Além da energia, outros subitens apresentaram forte variação e ajudaram a explicar o deslocamento do índice. Essas oscilações não formam um novo conjunto, mas compõem a estrutura final do IPCA de novembro:

Subitens relevantes que pressionaram ou aliviaram o IPCA:

  • Passagens aéreas: +11,90% — maior impacto individual do mês.
  • Energia elétrica residencial (média Brasil): +1,27% — impacto direto no grupo Habitação.
  • Água e esgoto em Fortaleza: +7,80% — reajuste vigente desde 05/11.
  • Gás encanado no Rio de Janeiro: –0,04% — redução tarifária aplicada em 01/11.

Leia também: IPCA de outubro desacelera para 0,09% e tem menor inflação desde maio, aponta IBGE

IPCA de novembro aponta contraste entre alimentos e serviços

Enquanto itens administrados subiram, alimentos no domicílio seguiram trajetória de recuo. Essa divergência reduz parte da pressão exercida pelas tarifas e ajuda a estabilizar o índice, ainda que não elimine a influência dos serviços, que permanecem firmes na estrutura inflacionária.

O comportamento dos alimentos confirmou um padrão que se estende há meses. Entre os itens monitorados pelo IPCA, alguns recuos de novembro tiveram destaque:

  • Tomate: –10,38%
  • Leite longa vida: –4,98%
  • Arroz: –2,86%

Por outro lado, algumas altas pontuais mostraram persistência, reforçando a composição variada da inflação alimentar:

  • Óleo de soja: +2,95%
  • Carnes: +1,05%

Leitura complementar sobre a dinâmica inflacionária

A configuração observada levantamento do IPCA de novembro aponta para uma combinação particular: alimentos recuam, enquanto tarifas e serviços mantêm pressão. Esse padrão, recorrente em diferentes regiões, amplia a heterogeneidade dos orçamentos e reforça o papel de itens administrados na formação de preços. À luz do atual ambiente de consumo urbano, os dados sugerem que as categorias mais sujeitas a reajustes regulatórios tendem a influenciar o índice de forma mais direta, sobretudo quando a demanda por serviços demonstra estabilidade.

Clique aqui e confira o IPCA de novembro na íntegra.

LinkedIn
Acesse nossos canais
Siga nas Redes Sociais
Leia Também
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco