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Expectativas dos bancos em 2026 abrem o ano com juros altos e crédito seletivo

A pesquisa da Febraban com grandes bancos mostra que 2026 começa com Selic elevada, sem corte imediato, e crédito ainda em expansão moderada. O levantamento indica que o fiscal segue como principal ponto de atenção do setor, enquanto a atividade econômica avança de forma contida e a inadimplência permanece sob monitoramento. Continue lendo e saiba mais!
expectativas dos bancos em 2026 segundo a Febraban
Febraban consolida a leitura dos bancos para 2026 sobre Selic, crédito e fiscal. (Foto: Reprodução)

As expectativas dos bancos em 2026 indicam que o ano começa sob um ambiente monetário ainda restritivo, com a Selic mantida em 15% ao ano e sem sinal de corte imediato. Segundo a pesquisa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), divulgada nesta quinta-feira (01/01), a leitura dominante no sistema financeiro é que o Copom só deve iniciar a flexibilização a partir de março, adotando um ritmo gradual ao longo do primeiro semestre.

Esse pano de fundo condiciona as decisões já no início do ano. Embora o Banco Central tenha reconhecido avanços no processo de desinflação, os bancos avaliam que vetores inflacionários seguem ativos, sobretudo ligados ao crédito, ao mercado de trabalho e ao cenário fiscal. Metade das instituições projeta inflação em 2026 acima da meta, ainda que em trajetória mais controlada do que a observada nos últimos anos.

Expectativas dos bancos em 2026 e o quadro macroeconômico

No lado da atividade, a entrada em 2026 ocorre com uma leitura menos pessimista do que no fim do ano anterior. A maior parte dos analistas trabalha com crescimento próximo de 1,8% do PIB, sustentado por estímulos pontuais ao consumo e por um mercado de trabalho ainda aquecido. Ao mesmo tempo, o elevado comprometimento da renda das famílias limita uma aceleração mais ampla da economia.

Além disso, o fiscal aparece como o principal ponto de atenção na virada do ano. As expectativas dos bancos em 2026 convergem para o cumprimento formal da meta, porém com a necessidade de ajustes adicionais ao longo do exercício. A preferência do setor recai sobre medidas de contenção de despesas, avaliadas como mais viáveis diante de um cenário de arrecadação menos favorável.

Expectativas dos bancos para o crédito em 2026

No mercado de crédito, o ano começa com uma desaceleração gradual já incorporada às projeções. O saldo total do Sistema Financeiro Nacional deve avançar cerca de 8,2% em 2026, após crescimento próximo a dois dígitos em 2025. As linhas direcionadas continuam exercendo papel central, especialmente no financiamento a empresas, enquanto o crédito livre para pessoas jurídicas enfrenta condições mais apertadas.

Por outro lado, o crédito para famílias segue com desempenho relativamente melhor, apoiado por linhas de consumo, ainda que com piora na composição. Esse desenho mantém a inadimplência como variável sensível. Para a carteira livre, as expectativas dos bancos estimam taxa em torno de 5,2% ao fim de 2026, nível que exige maior seletividade na concessão desde o início do ano.

Visão bancária para o início de 2026

No cenário externo, a leitura da Febraban para as expectativas dos bancos em 2026 já incorporam um ambiente internacional menos estimulativo. A projeção predominante aponta dois cortes de juros pelo Federal Reserve ao longo do ano, mas sem espaço para um afrouxamento amplo. Essa combinação reforça uma postura cautelosa no Brasil, onde juros elevados, disciplina fiscal e crédito mais criterioso definem o tom do sistema financeiro na largada de 2026.

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