José Adrián Corona Radillo, presidente do Grupo Corona e proprietário das marcas Tequila Don Armandom, Rancho Escondido e Dolce Amore, foi encontrado morto no município de Atenguillo, no estado de Jalisco, dias após ter sido sequestrado em uma rodovia do interior do México.
Segundo informações divulgadas pelo portal argentino Infobae, o empresário havia viajado com a família no dia 26/12, quando o veículo em que estavam foi interceptado por homens armados na rodovia que liga Talpa de Allende a Puerto Vallarta, em um ponto conhecido como Volcanes, região de forte circulação turística e econômica.
Confira últimas informações sobre a morte do presidente do Grupo Corona no vídeo:
O corpo foi localizado com sinais de violência, e a informação foi confirmada oficialmente pela Procuradoria Geral do Estado de Jalisco no domingo (04/01).
De acordo com a Promotoria de Jalisco, o corpo do executivo apresentava sinais claros de violência, incluindo marcas de espancamento e ferimentos causados por disparos de arma de fogo. A autoridade informou que as apurações seguem em curso, embora ainda não haja divulgação pública sobre suspeitos, autoria ou motivação do crime.
Presidente do Grupo Corona e o sequestro na rodovia
Segundo informações das autoridades e relatos da imprensa local, o empresário seguia acompanhado da companheira e dos filhos no momento da abordagem. As circunstâncias exatas da ação criminosa ainda são analisadas. Além disso, as autoridades não divulgaram detalhes adicionais sobre o que ocorreu com os familiares após a interceptação, mantendo a investigação sob sigilo operacional.
Perfil institucional e repercussão empresarial
José Adrián Corona Radillo, presidente do Grupo Corona, era responsável pela condução estratégica da companhia. Sua morte gera incertezas sobre os próximos passos da gestão, enquanto a empresa ainda não se pronunciou sobre possíveis impactos administrativos ou mudanças na liderança.
O Grupo Corona, fundado no estado de Jalisco, no México, atua na produção e distribuição de bebidas alcoólicas e destilados, com foco em licores tradicionais e derivados de agave, como a tequila. A empresa não tem relação com a cerveja Corona, pertencente ao Grupo Modelo.
Em episódios desse tipo, o mercado costuma aguardar comunicados oficiais para avaliar eventuais ajustes na estrutura de comando, especialmente quando não há informações públicas sobre sucessão.
Dinâmica do crime e próximos passos institucionais
No curto prazo, o caso do presidente do Grupo Corona tende a manter pressão sobre as autoridades estaduais para avanço das apurações e fatos. O andamento da investigação e eventuais prisões serão determinantes para compreender o caso.











