As ações da Azul entraram em forte movimento de queda no pregão desta quinta-feira (08/01), após a companhia concluir uma emissão de R$ 7,4 bilhões como parte do seu processo de recuperação judicial nos Estados Unidos. O ajuste refletiu diretamente o impacto da diluição provocada pela colocação de mais de 1 trilhão de novos papéis no mercado.
Na noite de terça-feira (06/11), a empresa homologou a oferta que totalizou R$ 7,44 bilhões, com a emissão de 723,8 bilhões de novas ações ordinárias e outros 723,8 bilhões de ações preferenciais. A operação alterou de forma significativa a estrutura acionária da companhia.
O efeito imediato foi sentido nos preços. Por volta das 16h, os papéis da Azul acumulavam queda de 70,29%, sendo negociados a R$ 75,80, em um dos movimentos mais intensos do dia na bolsa.
Impacto da emissão nas ações da Azul
O forte ajuste nas ações da Azul está diretamente relacionado ao aumento expressivo da quantidade de papéis em circulação. Com a emissão de mais de 1 trilhão de ações, o mercado reagiu à diluição dos ativos existentes, pressionando as cotações no pregão.
A operação integra a estratégia da companhia na recuperação judicial nos Estados Unidos para reforçar o caixa. No entanto, no curto prazo, os investidores reagiram negativamente ao impacto da emissão sobre o valor das ações da empresa.
Com isso, os ativos da companhia passaram por uma reprecificação abrupta, refletindo o novo cenário acionário após a homologação da oferta bilionária.











