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EUA aprovam Projeto de Lei com tarifas de 500% para aumentar sanções contra a Rússia

O projeto de lei que visa aumentar as sanções contra a Rússia foi aprovado por Donald Trump, com o apoio de Lindsey Graham. A medida propõe tarifas de 500% sobre bens russos e amplia a pressão sobre países que compram petróleo e urânio da Rússia.
Pilhas de moedas sobre gráfico financeiro ilustram os efeitos das sanções contra a Rússia na economia internacional.
Moedas empilhadas sobre gráfico financeiro representam os impactos das sanções contra a Rússia e das tarifas comerciais sobre mercados globais.

O senador republicano Lindsey Graham anunciou na quarta-feira (07/01) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu aval a um projeto de lei que amplia significativamente as sanções contra a Rússia. A proposta visa aumentar a pressão sobre Moscou para encerrar a guerra na Ucrânia, impondo uma tarifa de 500% sobre todos os bens importados de países que continuarem comprando petróleo, derivados de petróleo ou urânio da Rússia.

O projeto de lei, batizado de Lei de Sanções à Rússia de 2025, concede ao presidente americano poderes amplos para isolar economicamente a Rússia. Para Graham, a medida é estratégica. Ela visa punir países que ainda mantêm relações comerciais com Moscou, como China, Índia e Brasil. Esses países são acusados de financiar o esforço de guerra russo. Em sua publicação nas redes sociais, Graham destacou que essa mudança é necessária. Ele afirmou que, enquanto a Ucrânia busca concessões para a paz, Putin “continua matando inocentes”.

O senador destacou ainda a relevância da medida ao dizer que Trump aprovou o projeto após uma reunião produtiva na Casa Branca. Além disso, o plano impõe sanções severas para enfraquecer a economia russa. Ele obriga os países a parar de comprar petróleo russo barato. Graham diz que Putin usa esse petróleo para financiar a guerra na Ucrânia.

Sanções contra a Rússia: o timing e as expectativas para a votação

O timing do projeto também foi enfatizado como estratégico. Graham acredita que a medida é oportuno, pois visa aumentar a pressão sobre Moscou em um momento crítico do conflito. Segundo ele, Trump tem a vantagem de agora contar com um instrumento legislativo robusto para pressionar países aliados de Moscou a abandonarem a compra de produtos russos.

O Senado deve levar a proposta à votação na próxima semana e, se a aprovar, intensificará a pressão internacional sobre a Rússia para encerrar o conflito com a Ucrânia. Dessa forma, a medida também representa um fortalecimento das relações bilaterais entre os EUA e outros aliados do Ocidente, enquanto busca isolar Moscou economicamente.

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