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Comércio exterior de frutas alcança patamar inédito e reposiciona o agro brasileiro

O comércio exterior de frutas levou o setor a novo recorde em 2025, com avanço em receita e volume, mesmo sob pressão logística e tarifária no mercado internacional.
comércio exterior de frutas brasileiras com variedade de produtos exportados
Mix de frutas exportadas reflete a diversificação e a estratégia do comércio exterior de frutas do Brasil. Foto: Freepik

O comércio exterior de frutas brasileiro encerrou 2025 com exportações de US$ 1,45 bilhão, o maior valor já registrado pelo setor. O resultado representa crescimento de 12% em receita e 19,6% em volume frente ao ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas).

O desempenho confirma o terceiro recorde consecutivo da fruticultura no mercado internacional, mesmo em um ambiente marcado por incertezas no comércio global, custos logísticos elevados e ajustes tarifários em destinos estratégicos. Ainda assim, o setor manteve entregas regulares e ampliou volumes.

Comércio exterior de frutas e desempenho por produto

Entre os principais produtos exportados, a manga permaneceu na liderança em valor. As vendas externas somaram US$ 335 milhões, com queda de 4% em receita, mas avanço de 12,59% no volume embarcado, que alcançou cerca de 280 mil toneladas em 2025.

O melão apresentou um dos melhores desempenhos do ano, com exportações de US$ 231 milhões e alta de 24,9%. Limão e lima totalizaram US$ 199 milhões, enquanto a melancia registrou crescimento expressivo, alcançando US$ 115 milhões, avanço de 57,1%.

A uva manteve posição relevante no portfólio exportador. As vendas atingiram US$ 158 milhões, com leve retração em valor, compensada por crescimento de 5,62% no volume, equivalente a aproximadamente 62 mil toneladas.

Tarifas, acordos e competitividade externa

A dinâmica do comércio exterior de frutas tende a ganhar novo desenho com o avanço do acordo entre Mercosul e União Europeia. Pelo cronograma divulgado, a tarifa de importação da uva será eliminada imediatamente após a entrada em vigor do acordo, ampliando a competitividade do produto brasileiro.

Outras frutas relevantes, como melão, melancia e limão, terão redução tarifária escalonada, com prazos estimados entre sete e dez anos até a eliminação total. A leitura setorial é que esse horizonte favorece planejamento comercial e decisões de médio prazo.

Segundo Guilherme Coelho, presidente da Abrafrutas, a consolidação dos resultados de 2025, aliada ao avanço do acordo com a União Europeia, sustenta a expectativa de um novo ciclo de expansão do setor exportador.

Comércio exterior de frutas e próximos vetores do setor

Além das condições comerciais, o avanço do setor está ligado a investimentos contínuos em qualidade, sustentabilidade, rastreabilidade, logística, certificações internacionais e padronização sanitária, fatores que moldam o acesso aos principais mercados.

No curto e médio prazo, o comércio exterior de frutas deve manter relevância no agronegócio brasileiro, apoiado em escala produtiva, disciplina operacional e adaptação regulatória.

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