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Dívida da PDVSA volta a subir e reforça tensão no caixa da estatal venezuelana

A dívida da PDVSA voltou a subir em 2025 e alcançou US$ 34,58 bilhões, mostrando que o alívio parcial das sanções ainda não foi suficiente para aliviar a pressão financeira da estatal venezuelana.
Imagem de uma placa da PDVSA, estatal venezuelana para ilustrar uma matéria jornalística sobre a Dívida da PDVSA.
(Imagem: Wilfredor/Wikimedia Commons)

A dívida da PDVSA voltou a subir em 2025 e alcançou US$ 34,58 bilhões, segundo comunicado divulgado na quarta-feira (21), reforçando as dificuldades financeiras da maior estatal da Venezuela. O valor representa um avanço em relação aos US$ 34,46 bilhões registrados no ano anterior, em um contexto de sanções prolongadas e acesso restrito ao sistema financeiro internacional.

Embora a variação seja pequena, o dado revela que a Petróleos de Venezuela S.A. segue sem capacidade de reduzir passivos acumulados ao longo da última década. Desde que os Estados Unidos ampliaram as restrições contra o país, a companhia enfrenta atrasos em pagamentos e disputas judiciais com credores, principalmente em cortes americanas.

Dívida da PDVSA e sua composição financeira

O núcleo da dívida da PDVSA permanece concentrado em títulos, certificados de investimento, notas promissórias e empréstimos. Esse bloco somou US$ 29,47 bilhões em 2025, ante US$ 29,33 bilhões no exercício anterior, indicando estabilidade estrutural do endividamento financeiro.

Além disso, a dívida vinculada às joint ventures apresentou leve recuo, passando de US$ 1,24 bilhão para US$ 1,22 bilhão. Já os passivos das subsidiárias ficaram inalterados no período, segundo o balanço divulgado. Analistas do setor energético apontam que essa rigidez dificulta renegociações mais amplas com credores externos.

Sanções, bloqueio financeiro e litígios

A situação da PDVSA não pode ser dissociada das sanções impostas pelos Estados Unidos. A Venezuela e suas estatais seguem bloqueadas do sistema financeiro internacional, o que limita emissões, refinanciamentos e operações bancárias básicas.

Esse cenário levou a uma sequência de inadimplências ainda não solucionadas. Como resultado, diversos credores recorreram à Justiça americana para tentar executar garantias ou obter reconhecimento judicial de créditos, ampliando o passivo contingente da companhia.

Dívida da PDVSA e exportações de petróleo

Mesmo com a dívida da PDVSA pressionada, as exportações de petróleo mostraram reação após a flexibilização parcial do bloqueio. No âmbito de um acordo de fornecimento avaliado em US$ 2 bilhões com os Estados Unidos, os embarques atingiram cerca de 7,8 milhões de barris, segundo dados de rastreamento de navios e documentos da estatal.

Ainda assim, o aumento dos envios não foi suficiente para compensar totalmente os cortes anteriores na produção. Especialistas em mercado de energia avaliam que, sem acesso pleno a financiamento e tecnologia, a estatal da Venezuela terá dificuldade para elevar volumes e fortalecer o caixa no curto prazo.

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