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Número de passageiros da Azul cresce em 2025 e revela nova estratégia de eficiência

A Azul superou 31,7 milhões de passageiros em 2025, com alta no internacional, maior taxa de ocupação e foco em rotas estratégicas, segundo dados da Anac.
Imagem de um avião da Azul para ilustrar uma matéria jornalística sobre os Passageiros da Azul em 2025.
(Imagem: Tony Winston/Ministério da Saúde)

Os passageiros da Azul somaram mais de 31,7 milhões em 2025, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), consolidando o maior volume anual já registrado pela companhia. O total representa avanço de cerca de 4% em relação ao ano anterior. Além disso, adiciona 1,2 milhão de clientes à operação, em um contexto de ajuste de capacidade e foco em eficiência.

O crescimento ocorreu com expansão moderada da oferta e melhora no aproveitamento da frota. A taxa média de ocupação subiu para 83,3%, acima dos 81,5% observados em 2024, enquanto o número de assentos disponibilizados avançou apenas 1,3%, para 39,44 milhões.

Passageiros da Azul e a eficiência da operação

O ganho de escala da companhia foi acompanhado por maior disciplina operacional. O acréscimo anual equivale a quase 9 mil voos lotados com aeronaves Embraer 195-E2, modelo central na malha doméstica da empresa e associado a menor custo por assento.

Segundo Abhi Shah, presidente da Azul Linhas Aéreas, os números refletem avanços no processo de otimização e reestruturação da empresa, com aumento de eficiência sem perda de qualidade. A avaliação da gestão conecta diretamente o desempenho de tráfego ao redesenho da operação nos últimos ciclos.

Expansão internacional e avanço no mercado doméstico

A leitura dos dados da Anac mostra comportamentos distintos entre os mercados. No segmento internacional, a Azul transportou 1,52 milhão de clientes em 2025. É uma alta de 28,1% em um ano, resultado associado à ampliação de rotas e à maior demanda por conexões regionais.

Já no mercado doméstico, o volume alcançou 30,21 milhões de passageiros, crescimento de 3%. Embora mais moderado, o resultado ocorreu com melhora na ocupação e concentração em corredores de alta demanda, reforçando hubs estratégicos da companhia.

Azul: concentração de passageiros nas principais rotas

A malha doméstica seguiu ancorada em ligações de grande fluxo. As rotas Recife–Campinas, Recife–Guarulhos, Campinas–Confins, Porto Alegre–Campinas e Recife–Confins lideraram o volume transportado em 2025, evidenciando a relevância do Nordeste e do eixo Sudeste na estratégia comercial.

A combinação entre aumento dos passageiros da Azul, maior ocupação e crescimento do internacional aponta para uma companhia mais seletiva na alocação de capacidade. Esse desenho tende a sustentar ganhos operacionais em um setor ainda pressionado por custos e pela concorrência nas principais rotas do país.

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