Conteúdo Patrocinado
Anúncio SST SESI

Caso Banco Master reacende alerta sobre o uso de CDBs como reserva de emergência

O Caso Banco Master reacendeu o debate sobre o uso de CDBs como reserva de emergência e expôs limites do FGC, riscos de liquidez e a importância de separar objetivos na carteira.
Caso Banco Master e riscos dos CDBs na reserva de emergência
Geldo Machado, Presidente do SINFAC Nordeste e da Câmara Financeira.
Getting your Trinity Audio player ready...

Por Geldo Machado, Presidente do SINFAC Nordeste e da Câmara Financeira

O caso envolvendo o Banco Master trouxe novamente ao centro do debate um tema crucial para investidores: a adequação dos CDBs como instrumento para reserva de emergência. Embora sejam produtos populares e frequentemente associados à segurança por conta da cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), os eventos recentes reforçam que essa percepção precisa ser revisada com mais cautela.

O FGC é um mecanismo essencial para a estabilidade do sistema financeiro brasileiro, garantindo até R$ 250 mil por CPF e por instituição em caso de quebra. No entanto, a cobertura não elimina riscos relevantes, como o tempo de indisponibilidade dos recursos, a burocracia para ressarcimento e a ausência de liquidez imediata. Para quem precisa do dinheiro em situações emergenciais, esses fatores são determinantes.

A busca por taxas acima do CDI, especialmente em instituições menores, costuma refletir maior risco de crédito e de governança. Em muitos casos, a remuneração elevada é o prêmio exigido pelo mercado para compensar fragilidades no modelo de negócios, concentração de carteira ou menor capacidade de absorção de choques financeiros.

Caso Banco Master e os limites da proteção do FGC

O episódio reforça a importância de diferenciar objetivos dentro da carteira. A reserva de emergência deve priorizar liquidez, previsibilidade e baixo risco, mesmo que isso implique menor rentabilidade. Instrumentos como Tesouro Selic e fundos de liquidez diária com baixo risco soberano continuam sendo referências para essa finalidade.

CDBs e outros ativos de crédito privado seguem sendo importantes para a diversificação e para o financiamento da economia, mas devem ser utilizados em alocações compatíveis com o perfil de risco e com o horizonte de investimento. O caso Master serve como alerta pedagógico: não existe retorno elevado sem risco proporcional, e, quando se trata de reserva de emergência, segurança e liquidez devem ser prioridades absolutas.

InstagramLinkedIn
Acesse nossos canais
Siga nas Redes Sociais
Leia Também
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco