Conteúdo Patrocinado
Anúncio SST SESI

IPO do PicPay marca volta do Brasil ao radar do mercado americano

O IPO do PicPay marca o retorno de empresas brasileiras à Nasdaq após quatro anos e testa o apetite do mercado por fintechs com lucro e escala em um cenário global mais seletivo.
Imagem de um celular no aplicativo do Picpay para ilustrar uma matéria jornalística sobre o IPO do PicPay.
(Imagem: divulgação/PicPay)

O IPO do PicPay ocorre nesta quinta-feira (29) nos Estados Unidos, com a fintech brasileira estreando na Nasdaq após quatro anos sem ofertas do País no exterior. A operação prevê a venda de cerca de 22,9 milhões de ações, com preço fixado em US$ 19, no topo da faixa indicativa, e captação potencial de até US$ 434,3 milhões.

A listagem, sob o código PICS, pode levar a empresa a uma avaliação entre US$ 2,2 bilhões e US$ 2,6 bilhões, segundo dados divulgados ao mercado. O PicPay tenta acessar investidores globais em um cenário mais seletivo, marcado por volatilidade, ajustes de preço e maior rigor na análise de modelos de negócio.

IPO do PicPay e os números da oferta

O desenho da operação inclui bancos como Citigroup, BofA Securities e RBC Capital Markets na coordenação global. A Bicycle Capital aparece como investidor âncora, com intenção de adquirir até US$ 75 milhões em ações, ainda sem compromisso vinculante.

Além da captação, o IPO do PicPay busca ampliar a visibilidade internacional da empresa, que tem a J&F Investimentos como acionista relevante. A fintech havia planejado abrir capital em 2021, mas adiou a iniciativa diante de condições adversas nos mercados.

Do ponto de vista financeiro, os números reforçam a tese apresentada aos investidores. Nos nove meses encerrados em setembro de 2025, o PicPay reportou lucro líquido de R$ 313,8 milhões. É quase o dobro do registrado um ano antes, com receita de R$ 7,26 bilhões e base de clientes ativos superior a 42 milhões.

Abertura de capital do PicPay e o contexto externo

A retomada de ofertas nos Estados Unidos ganhou tração em 2025, após um período prolongado de baixa atividade. Ainda assim, fatores como política monetária, tensões comerciais e ajustes no setor de tecnologia mantiveram o mercado cauteloso.

Nesse ambiente, analistas avaliam que apenas empresas com rentabilidade, escala e governança consistente conseguem avançar. O setor de fintechs volta ao radar, ao lado de companhias ligadas a pagamentos digitais e serviços financeiros, mas sem espaço para avaliações agressivas.

IPO do PicPay e o que ele sinaliza

Ao concretizar o IPO do PicPay, a empresa testa o apetite por ativos brasileiros em um mercado ainda seletivo. O desempenho pós-listagem tende a servir como termômetro para outras companhias que analisam acessar o mercado internacional.

Com uma base ampla de usuários, histórico recente de lucro e foco em crescimento, o PicPay entra em um grupo restrito de empresas brasileiras que buscam capital fora do País. O resultado dessa estreia deve influenciar o ritmo e o perfil das próximas ofertas ao longo de 2026.

Instagram
Acesse nossos canais
Siga nas Redes Sociais
Leia Também
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash