A Marquise Infraestrutura ampliou presença no Pecém após vencer a concorrência aberta pela Eneva para construir o novo terminal de regaseificação de gás natural liquefeito (GNL) dentro do complexo portuário cearense.
A obra integra um dos principais projetos energéticos em implantação no Nordeste e conecta porto, geração térmica, gasoduto e logística ferroviária numa mesma estrutura operacional. O avanço aumenta o peso da Marquise em áreas consideradas decisivas para a expansão industrial do Ceará.
Além disso, o contrato também reforça a presença da companhia dentro do corredor estratégico formado entre o Complexo do Pecém e a Ferrovia Transnordestina.
Terminal da Eneva acelera transformação energética do Pecém
O projeto prevê a construção de um píer exclusivo para atracação e operação da unidade flutuante de regaseificação da Eneva. A estrutura será responsável por receber o gás natural liquefeito importado e convertê-lo novamente ao estado gasoso para abastecimento das futuras térmicas do grupo.
Além da obra marítima no Porto do Pecém, o Grupo Marquise ficará responsável por:
- montagem eletromecânica;
- interligação do gasoduto;
- comissionamento operacional;
- integração técnica do terminal.
A execução ocorrerá em prazo reduzido, com operação predominante em regime de 24 horas e elevado nível de complexidade operacional.
O terminal integra o Projeto Jandaia, iniciativa da Eneva ligada ao leilão de reserva de capacidade promovido pelo Ministério de Minas e Energia. O plano inclui novas usinas termelétricas movidas a gás natural dentro do Complexo do Pecém.
A entrada desse sistema amplia a capacidade energética regional justamente num momento em que o Nordeste tenta acelerar investimentos industriais dependentes de fornecimento contínuo de energia.
Com atuação no Pecém, Marquise amplia espaço nas obras mais estratégicas do Ceará
A vitória da concorrência amplia o espaço da Marquise nas principais obras de infraestrutura do Ceará. A empresa já participou das expansões do Porto do Pecém e hoje executa cerca de 85% das obras da Transnordestina, principal ferrovia em construção no país.
Com o terminal de GNL da Eneva, a atuação da Marquise no Pecém passa a reunir:
- infraestrutura portuária;
- logística ferroviária;
- expansão energética;
- transporte de combustíveis.
O avanço aumenta o peso da empresa num corredor que concentra porto, ferrovia e gás natural, combinação usada pelo Ceará para atrair indústrias de maior consumo energético, como siderurgia, mineração e data centers.
Marquise concentra obras ligadas ao avanço logístico do Pecém
Fundado no Ceará em 1974, o Grupo Marquise ampliou atuação em infraestrutura pesada nas últimas décadas e passou a assumir projetos ligados diretamente à expansão logística e energética do Nordeste. A empresa participou das ampliações do Porto do Pecém e hoje executa trechos da Ferrovia Transnordestina responsáveis pela conexão entre Caucaia e o terminal portuário cearense.
Além do terminal de GNL da Eneva, a Marquise mantém operações em obras como o BRT de Belém, canais hídricos, hospitais regionais e projetos de dessalinização. No Ceará, a atuação da companhia passou a se concentrar justamente sobre estruturas ligadas a porto, sendo reconhecida pelo trabalho de excelência por colaboradores e clientes.
Gás natural reposiciona o Pecém na disputa industrial do Nordeste
O terminal de GNL da Eneva acelera uma mudança no perfil do Pecém. O complexo deixa de depender apenas da vantagem portuária e passa a disputar investimentos usando energia, logística e abastecimento de gás na mesma operação.
Esse movimento ganhou força porque setores como siderurgia, mineração, fertilizantes e data centers passaram a exigir fornecimento energético contínuo para viabilizar operações de grande escala.
O projeto da Eneva tenta atender essa demanda ao garantir gás natural para futuras térmicas dentro do complexo cearense. Com a nova obra, portanto, a atuação da Marquise no Pecém avança para uma área ligada diretamente à expansão energética e industrial do Ceará.
mica portuária e energética do Pecém, ampliando a eficiência no transporte de cargas, insumos e combustíveis estratégicos.





