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Apenas 31% dos conselhos corporativos são compostos por mulheres

Segundo a Bloomblerg, o número de empresas participantes atingiu seu recorde, com um aumento de 20% em relação ao ano anterior. Foto de fauxels no Pexels

O Gender-Equality Index (GEI), da Bloomberg, fez um balanço da equidade de gênero em empresas que contribuem para a pesquisa e quais são os esforços feitos por tais companhias para tornar o ambiente de trabalho mais favorável às mulheres e demais grupos minorizados politicamente.

O relatório indicou que mulheres ainda são pouco mais de um terço em cargos de geração de receita, mas que as corporações estão se esforçando para reverter o quadro. Os resultados indicaram que apenas 31% dos conselhos coorporativos são compostos por mulheres.

Elas são 39% nos cargos de produção de receita. Isso não significa que não há uma busca ativa por profissionais do gênero. Segundo a pesquisa, 83% das empresas têm estratégias voltadas a contratar mulheres. Uma delas é exigir uma cota para gêneros diversos nos candidatos concorrendo a cargos de gerência, adotada por 61% das empresas.

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O Gender-Equality Index (GEI) deste ano foi composto por dados de 418 de empresas que, juntas, têm escritórios em 45 países e representam US$ 16 trilhões em mercado. Segundo a Bloomblerg, o número de empresas participantes atingiu seu recorde, com um aumento de 20% em relação ao ano anterior. A própria disponibilização das informações e dados é visto pelo veículo de mídia como um esforço de tais companhias em ser transparente e adotar práticas a favor da equidade de gênero.

Entre outros esforços estão a contratação de profissionais especializados em diversidade e inclusão, além de equiparação da remuneração. Cerca de 72% das corporações têm no seu quadro um Chief Diversity Officer ou executivos com esse foco e 66% realizam revisões globais de remuneração baseadas em gênero.

As empresas avaliadas também oferecem espaços para mães em fase de lactação (75%) e subsídios para creches ou outro tipo apoio financeiro nesse sentido (59%). Além disso, 63% das companhias pesquisadas patrocinam programas de educação financeira para mulheres e 63% programas voltados para educar o público feminino nas áreas de tecnologia, matemática e ciência.

Fonte: Meio e Mensagem

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