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Selic prevista em 13,25% até junho no Brasil

O banco Barclays afirmou em relatório que as surpresas da política monetária na América Latina na última semana estiveram na postura mais branda (dovish) dos Bancos Centrais (BC). Os analistas destacaram a indicação do BC brasileiro de que o ciclo de alta de juros deve se encerrar em maio. Ainda assim, o banco acredita em uma continuação de aumentos em junho, em razão da expectativa de inflação.

“No geral, ainda esperamos que o BCB eleve as taxas para 13,25% até junho, pois acreditamos que a dinâmica da inflação continuará desafiadora no curto prazo, possivelmente levando a um descolamento adicional das expectativas de altas de preços. Projetamos que a inflação do IPCA de março (a ser divulgado em 8 de abril) acelerou para 1,29%, depois de registrar 1,01% em fevereiro, o que levaria o acumulado em 12 meses para 10,94%, antes de atingir um pico de 11,6% em abril (seu nível mais alto em mais de 18 anos)”, escrevem Roberto Secemski, Gabriel Casillas, Alejandro Arreaza e Pilar Tavella.

“O Conselho parece ter levado em conta a combinação da surpresa de alta na inflação com a desaceleração da atividade econômica em sua decisão de manter o mesmo ritmo de alta da reunião de janeiro. O Conselho antecipa que os aumentos futuros serão menores, em linha com nossa expectativa de que o ritmo de aumentos desacelere a partir da reunião de maio”, escrevem os analistas.

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