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Quanto custará o adiamento do Concurso Nacional Unificado

Quanto custará o adiamento do Concurso Nacional Unificado
Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) em entrevista coletiva sobre o CNU em janeiro (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil).

O ministro Paulo Pimenta, da Secretaria de Comunicação, anunciou nesta sexta-feira (3) o adiamento do Concurso Nacional Unificado (CNU), previsto para domingo (5), devido às severas enchentes no Rio Grande do Sul. Durante sua participação no programa Bom Dia, Ministro, da EBC, Pimenta comunicou que a decisão busca proteger os candidatos gaúchos, garantindo que ninguém será prejudicado pela situação atual.

“A garantia é que ninguém no Estado do Rio Grande do Sul será prejudicado, ninguém será impedido de participar do concurso. Estamos construindo uma outra alternativa para quando as condições permitirem,” disse o ministro. Ele também ressaltou a importância de uma análise rigorosa sobre a segurança jurídica de qualquer ajuste no planejamento do concurso.

Impacto financeiro

Pimenta também destacou o impacto financeiro do adiamento: “A possibilidade de adiamento do concurso tem custo de R$ 50 milhões. Temos mais de 2,5 milhões de inscritos em todo o país e, a princípio, a ideia de suspender o concurso só para o Rio Grande do Sul do ponto de vista jurídico é muito questionável. Portanto, a hipótese que existiria era a suspensão total do concurso, a não ser que haja alguma decisão judicial nesse sentido.”

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Enchentes no Rio Grande do Sul

A situação no Rio Grande do Sul é crítica, com muitas áreas submersas e um aumento no número de desaparecidos e mortos devido às chuvas intensas que ocorreram nos últimos dias. Em resposta, o governo federal reconheceu o estado de calamidade pública na região, comprometendo-se a garantir que a aplicação do CNU ocorra sem prejuízos aos candidatos quando remarcado.

Medidas governamentais

Na quinta-feira, o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, liderado pela ministra Esther Dweck, inicialmente informou que a prova seria mantida. No entanto, após a avaliação dos danos e pressão da bancada gaúcha de deputados federais e senadores, o governo decidiu pelo adiamento. O governador Eduardo Leite havia solicitado essa medida já na quarta-feira.

O procurador Enrico Rodrigues de Freitas, do Ministério Público Federal, procurou esclarecimentos sobre as medidas adotadas para proteger os direitos dos candidatos do Rio Grande do Sul.

Possibilidade de devolução de pagamento

Finalmente, o governo informou que os candidatos poderão solicitar a devolução do valor da inscrição em caso de desastre natural. As novas datas para a realização do CNU serão comunicadas assim que possível, enquanto o governo continua a buscar soluções jurídicas que contemplem todos os inscritos sem comprometer a integridade do concurso.

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