Conteúdo Patrocinado
Anúncio SST SESI

Saiba como as ‘poison pills’ funcionam como mecanismo de proteção para acionistas

Imagem: DIvulgação

A tentativa de compra do Twitter por Elon Musk tornou-se um exemplo de como funcionam as “poison pills”, mecanismos de proteção para acionistas minoritários de empresas de capital aberto.

Na última semana, o empresário ofertou US$ 41,5 bilhões para ser o dono do Twitter, uma espécie de recompensa aos acionistas da empresa em troca da posse integral da empresa. Mas, esse não era o retorno esperado pelos investidores.

Nesse momento são ativadas as “poison pills”, que dificultam o processo de aquisição forçada da oferta hostil de controle, já que elas determinam que investidores possam adquirir um limite máximo de ações da empresa.

No Brasil, o tamanho dessa fatia deve ser fixado no estatuto da empresa ou pode servir de gatilho para que o investidor seja obrigado a realizar uma oferta pública para aquisição de ações (OPA). Ou seja, se ele seria obrigado a comprar partes grandes da empresa, inviabilizando o negócio.

FacebookInstagramLinkedInYouTubeWebsite
Acesse nossos canais
Siga nas Redes Sociais
Leia Também
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco