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Empresa registra 2.2 bilhões de eventos ligados a ciberataques no Brasil em apenas três anos

(Foto: Tima Miroshnichenko/Pexels)

Uma das referências internacionais no mercado de segurança cibernética cabe a uma empresa nascida, criada e que cresce no Brasil. E ela está completando 10 anos de atuação agora em 2022, mantendo o ritmo de crescimento acelerado e com perspectivas de continuar se expandindo. Trata-se da Apura Cyber Intelligence S/A ou simplesmente Apura, como é conhecida.

Os números da empresa dão a dimensão não só do trabalho desenvolvido no decênio, mas também de como os ataques criminosos pela internet se tornaram uma realidade e atingem cada vez mais corporações públicas e privadas. “O número de eventos cadastrados na nossa plataforma, por exemplo, sobe exponencialmente. Atualmente, são registrados cerca de 7 milhões por dia. Nos últimos três anos chegamos a um total de mais de 2,2 bilhões de eventos”, assinala o CEO e fundador da empresa, Sandro Süffert.

Sandro Süffert, CEO da Apura.

Quando fundou a Apura, em 2012, Süffert acumulava duas décadas de trabalho na área. O executivo é apontado como um dos precursores, no Brasil, em segurança da informação, inteligência cibernética e forense computacional. Atuou em corporações privadas e públicas, entre elas, Banco do Brasil, Brasil Telecom, Embrapa e Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Frequentemente era – e ainda é – convidado a ministrar palestras, conferências e aulas e a participar de debates e outros foros.

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Ele explica como veio a ideia e a decisão de fundar a empresa: “À época, a maioria das empresas da área focava em serviços especializados ou revenda de produtos de terceiros. A Apura foi criada então como uma empresa de inteligência cibernética”. A experiência de Süffert como profissional e docente, atuando no combate a ameaças cibernéticas em setores estratégicos – como financeiro, telecomunicações, forças da lei e governo –, deu a base necessária.

Tudo com um detalhe fundamental: um software com tecnologia própria, que atende às particularidades do mercado brasileiro e da América Latina. “As ameaças cibernéticas relacionadas a empresas brasileiras são muito específicas e distintas de empresas que não operam no Brasil. Isso se dá tanto pelas características dos agentes de ameaças, como pela dificuldade da aplicação das leis existentes contra fraudes e crimes digitais no país e, também, pelas características de linguagem e cultura locais”, explica Süffert.

Neste momento em que comemora 10 anos, a Apura contabiliza crescimento médio de 40% por exercício. Desde 2018, o número de clientes e o faturamento tem triplicado, informa o CEO.

No portfólio de clientes, estão organizações públicas e privadas referências em seus campos de atuação, tais como Santander, Bradesco, Safra, Banco do Brasil, Banco Central do Brasil, Nubank, Petrobras, Raizen, Abin, Polícia Federal, Serpro, Oi, Telefônica, Ministério da Justiça, Microsoft, Ericsson, iFood, Albert Einstein, Cosan, Volkswagen, Ambev, entre outros.

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