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Iniciativa privada passa a responder por 90% dos passageiros de aeroportos no país

(Foto: Oleksandr Pidvalnyi/Pexels)

Com o resultado do leilão, a iniciativa privada passa a operar um total de 59 aeroportos federais, ampliando de 78,7% para 90,4% a sua participação em relação ao total de passageiros domésticos transportados no Brasil.

A 7ª rodada de leilões de aeroportos foi realizada na quinta-feira (18) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), na B3, em São Paulo. O governo federal arrecadou R$ 2,7 bilhões com os três blocos leiloados. Apesar das dificuldades impostas pela modelagem que agregou 10 aeroportos de baixa movimentação ao de Congonhas, em São Paulo, que passará a ser administrado pelo Grupo Aena. Entre os aeroportos sob gestão da Infraero, somente o Santos Dumont, no Rio de Janeiro, ainda não foi privatizado – deve entrar na 8ª rodada de leilões, ainda sem data prevista.

O Brasil é parte relevante dos planos de expansão internacional da Aena Desarollo, segundo a diretora internacional da companhia, Maria Rubio. “Queremos contribuir para o desenvolvimento aeroportuário do Brasil. O País é parte muito importante da nossa visão estratégica de expansão internacional”, disse a executiva durante a coletiva de imprensa promovida após o leilão.

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Para o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, o leilão bem-sucedido possibilitará que os aeroportos concedidos sejam rapidamente modernizados e se tornem mais eficientes. “O setor privado demonstrou, desde o começo das privatizações de aeroportos, ser mais preparado do que o poder público para investir em obras de modernização e adequar os aeroportos para atender à crescente demanda por transporte de passageiros e de cargas”, destaca Robson Andrade.

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