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Meta modesta de crescimento da China abala mercado do minério de ferro e afeta ações ligadas à commodity no Ibovespa

(Imagem: Pixabay/Lorenzo Cafaro)

O mercado do minério de ferro sofreu um abalo com a notícia de que a China estabeleceu sua meta de crescimento anual em cerca de 5%, após o fim das medidas restritivas de mobilidade contra a Covid-19 que mantiveram milhões de pessoas em casa e desencadearam protestos. Isso resultou em uma queda de 2,13% na tonelada da commodity negociada na bolsa de Dalian, cotada a US$ 129,57. Vale ressaltar que, na sexta-feira(03), o contrato era cotado a US$ 133,15, o maior preço visto por lá desde julho de 2022. A queda da commodity afetou diretamente o Ibovespa, com ações ligadas ao minério apresentando baixa no dia.

As ações da Vale (VALE3) caíam 2,12% e as da CSN Mineração (CMIN3) perdiam 0,40%. Entre as siderúrgicas, a CSN (CSNA3) apresentava queda de 2,52% e a Gerdau (GGBR4) se desvalorizava em 0,27%. O Ibovespa acompanhava a tendência e apresentava queda de 0,31%.

Embora a meta de 5% estabelecida pela China tenha sido considerada modesta pelo mercado, frustrou as expectativas dos agentes mais agressivos ao apontar para essa meta. De acordo com a Ativa Investimentos, as expectativas sobre o crescimento de 2023 estão em 5,3%, ou seja, a meta de 5% representa uma mudança no modus operandi da China que sempre aponta para metas mais agressivas, o que traz relativo pessimismo ao mercado, seja por uma mudança acomodativa ou pela sinalização de que o país não irá ter novos rompantes de crescimento.

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Vale mencionar que o crescimento do ano passado no país foi de apenas 3%, o segundo nível mais fraco desde pelo menos a década de 1970.

 

 

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