Os bilionários brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, acionistas de referência da Americanas, sinalizaram com um aporte de R$ 12 bilhões na varejista, indicando um avanço nas negociações com os bancos credores.
No entanto, a empresa afirmou em fato relevante que ainda não há acordo com relação aos termos apresentados. Dos R$ 12 bilhões, R$ 10 bilhões viriam no curto prazo, e incluiriam os R$ 2 bilhões aportados por meio do empréstimo DIP, usado apenas em recuperações judiciais.
Os R$ 2 bilhões restantes poderão ser acionados “acima de determinados limites máximos de alavancagem ou abaixo de um nível mínimo de liquidez, ambos a serem detalhados oportunamente”.
As conversas avançaram desde que Roberto Thompson Motta, sócio do trio no 3G Capital, entrou nas negociações, que antes eram tocadas apenas pelo banco Rothschild&Co. Apesar da oferta atual, ainda não há consenso.
Um banco que segue brigando na Justiça com a companhia é o Bradesco. A instituição conseguiu nesta segunda autorização do ministro Alexandre de Moraes, do STF, para a busca e apreensão em documentos e e-mails da diretoria da Americanas, com exceção para as trocas de mensagens com advogados.











