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FMI: Reino Unido deve evitar recessão e crescer 0,4% em 2023

Segundo avaliação do Fundo Monetário Internacional (FMI), a economia do Reino Unido evita uma recessão e deve manter o desempenho positivo em 2023, em meio à queda dos preços de energia. Em abril, o Fundo previu uma contração de 0,3%, a perspectiva mais fraca para qualquer grande economia.

Em comunicado publicado nesta terça-feira (23/05), o Fundo apontou que a atividade econômica britânica desacelerou significativamente desde o ano passado, e que a inflação segue “persistentemente” alta, em parte devido aos efeitos da guerra da Rússia na Ucrânia.

“As autoridades britânicas tomaram medidas decisivas e responsáveis nos últimos meses. O que vemos é que o governo está priorizando, e com razão, o combate à inflação”, disse a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, em entrevista à imprensa.

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Mais adiante, o Fundo acredita que o crescimento do Reino Unido irá acelerar gradualmente para 1% em 2024 e atingir uma média de cerca de 2% em 2025 e 2026.

A perspectiva melhorada reflete a resiliência inesperada da demanda, auxiliada em parte pelo crescimento salarial mais rápido do que o normal, maiores gastos do governo e maior confiança empresarial. A queda nos crescentes custos de energia e a normalização das cadeias de suprimentos globais também ajudaram.

O presidente do Banco da Inglaterra (BoE, pela sigla em inglês), Andrew Bailey, disse nesta terça-feira (23/05) que a inflação atual do Reino Unido está mais alta do que se esperava, mas já “superou sua pior fase”.

Em audiência no Parlamento britânico, Bailey comentou que a inflação de serviços está se comportando mais ou menos como se previa em fevereiro, mas admitiu que o BoE subestimou a força dos preços de alimentos. Bailey também reiterou que o BoE irá ajustar suas taxas de juros conforme for necessário para levar a inflação de volta à sua meta oficial, de 2%.

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