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FGV: clima econômico da América Latina cai para 65,8 pontos no 2º trimestre

O Indicador de Clima Econômico (ICE) da América Latina caiu de 73,4 pontos para 65,8 pontos entre o primeiro e o 2º trimestres de 2023, permanecendo assim na zona desfavorável (abaixo de 100 pontos), apontou levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).

A queda no ICE é explicada pelo recuo do indicador que mede a percepção dos especialistas sobre a situação econômica atual (ISA), que retraiu em 24,7 pontos entre os dois primeiros trimestres de 2023. No sentido oposto, o Indicador que mede as expectativas (IE) ganhou 10,2 pontos, subindo a 80,3 pontos. Isso significou uma recuperação de parte das perdas sofridas no trimestre anterior.

A falta de confiança na política econômica local continua sendo um dos principais problemas para o crescimento econômico da região, segundo os especialistas consultados.

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O Índice de Situação Atual (ISA) também caiu 24,7 pontos na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2023, para 52,1 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE) cresceu 10,2 pontos, para 80,3 pontos, recuperando parte das perdas sofridas no trimestre anterior.

No Brasil, o ICE encolheu 14,7 pontos, para 58,8 pontos. O ISA despencou 42,0 pontos, para 28,6 pontos, enquanto o IE avançou 16,4 pontos, para 92,9 pontos. Em nota, a FGV explicou que “No caso do Brasil, a piora na avaliação da situação atual supera a melhora nas expectativas. Além disso, como o IE está na zona desfavorável, a perspectiva não aponta para um cenário otimista (favorável) do clima econômico”.

Os principais problemas foram, em ordem decrescente: infraestrutura inadequada, corrupção, falta de inovação, aumento na desigualdade de renda; falta de confiança na política econômica, falta de competitividade internacional, barreiras legais e administrativas para investidores, demanda insuficiente, falta de mão de obra qualificada, clima desfavorável para investidores estrangeiros, instabilidade política e falta de capital.

Para a América Latina, o principal problema é falta de confiança na política do governo (56,3%), seguida do tema da corrupção (39,8%) e infraestrutura inadequada (25,8%).

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