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IPCA-15: prévia da inflação sobe 0,51% em março

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), informou na manhã desta quinta-feira (25/05) que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,51% em maio, após ter subido 0,57% em abril. O dado ficou abaixo da estimativa dos analistas do mercado financeiro, uma vez que o consenso Refinitiv apontava para inflação de 0,64% no mês.

Nos últimos 12 meses, a variação do IPCA-15 foi de 4,07%, abaixo dos 4,16% observados nos 12 meses até abril. Nessa leitura, o consenso dos analistas estava em 4,20%. No ano, a inflação é de 3,12%. O dado manteve  a tendência de desaceleração no ano, após ter alcançado 0,76% em fevereiro, 0,69% em março, e 0,57% em abril. Em maio de 2022, o IPCA-15 tinha ficado em 0,59%.

Segundo o IBGE, sete dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em maio. Alimentos e bebidas avançaram 0,94%, impulsionado pela alta na alimentação em domicílios, e Saúde e Cuidados Pessoais (1,49%).

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No aumento de 0,43% do grupo Habitação, destaca-se a alta da energia elétrica residencial (0,51%), devido a reajustes aplicados em três áreas de abrangência do índice: em Salvador (5,82%), Fortaleza (2,20%) e em Recife (0,05%).

A alta de 1,24% na taxa de água e esgoto pode ser entendida pelos reajustes aplicados em três áreas: de 7,02% em Goiânia (7,02%); de 11,20% em Recife (6,31%); e 9,56% em São Paulo (1,79%).

No grupo Transportes (-0,04%), a variação negativa foi puxada pela queda de 17,26% nos preços das passagens aéreas, maior influência negativa em maio (0,12 p.p.), após alta de 11,96% em abril. Nos combustíveis (0,12%), houve queda nos preços do óleo diesel (-2,76%), do gás veicular (-0,44%) e da gasolina (-0,21%), enquanto o etanol subiu 3,62%.

Quanto aos índices regionais, todas as áreas pesquisadas tiveram alta em maio. A maior variação foi registrada em Belo Horizonte (0,90%). A principal contribuição para o resultado veio do ônibus urbano, com alta de 24,00%. Já a menor variação foi observada em Recife (0,19%), influenciada pelas quedas de 18,25% nas passagens aéreas e de 3,46% na gasolina.

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