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Caixa Econômica: Investigação sobre empréstimos consignados

Endividamento
Foto: José Cruz/Agência Brasil

A Caixa Econômica Federal (CEF), com uma trajetória de 162 anos, enfrenta desafios sem precedentes. O Portal UOL trouxe à tona informações inéditas, revelando a possível instrumentalização do banco estatal na campanha de Jair Bolsonaro. Estas operações, marcadas por uma falta de transparência, elevaram os riscos para a instituição a níveis inéditos na história recente do Brasil.

Desdobramentos do Caso

Começando em 17 de março de 2022, o presidente Bolsonaro e o então presidente da Caixa, Pedro Guimarães, implementaram duas medidas provisórias significativas. A primeira, conhecida como SIM Digital, visou oferecer microcréditos a pessoas com histórico de crédito negativo, somando R$ 3 bilhões em empréstimos até as eleições. Entretanto, a taxa de inadimplência chegou a 80% em 2023, levantando preocupações sobre a sustentabilidade do programa.

Simultaneamente, a segunda medida liberou empréstimos consignados atrelados ao Auxílio Brasil. Durante as eleições, a Caixa disponibilizou R$ 7,6 bilhões, com críticas apontando para o uso do benefício social como garantia, reduzindo o valor recebido pelos beneficiários. A exclusão de mais de 100 mil devedores do Bolsa Família intensificou as incertezas sobre a capacidade de pagamento destas dívidas.

A crise se agravou com a queda do índice de liquidez de curto prazo da Caixa no final de 2022, um sinal preocupante para a saúde financeira do banco. Atualmente, o papel do banco estatal na campanha presidencial e os impactos dessas políticas estão sob análise minuciosa. As revelações suscitam debates sobre a integridade das operações bancárias e o papel das entidades públicas na política do Brasil.

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