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Comissário da União Europeia pede por restrições mais amplas à Huawei e ZTE nas redes 5G

O Comissário para Mercado Interno da União Europeia (UE), Thierry Breton, instou, nesta quinta-feira (15), que mais países do bloco adotem restrições ou proíbam as empresas chinesas Huawei e ZTE de suas redes de telecomunicações 5G, apontando riscos à segurança coletiva.

Segundo Breton, a transição está ocorrendo muito lentamente, o que representa uma ameaça considerável, pois cria uma extensa dependência para a UE, além de graves vulnerabilidades. As diretrizes da UE adotadas há dois anos exigem que os 27 membros avaliem o perfil de risco dos fornecedores em nível nacional ou do bloco, e restrinjam ou proíbam fornecedores 5G de alto risco de partes essenciais de suas redes de telecomunicações.

Breton afirmou: “Hoje, os Estados-Membros concordaram por unanimidade com o segundo relatório sobre a implementação de segurança 5G. Com base nisso, a Comissão acabou de publicar uma comunicação confirmando que as decisões tomadas por alguns Estados-Membros de restringir ou excluir completamente a Huawei e a ZTE das suas redes 5G são justificadas e estão em conformidade”.

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O comissário destacou a necessidade de reduzir ou eliminar as dependências em setores críticos como a energia, que foram conseguidas em tempo recorde. Segundo ele, o mesmo deve ocorrer com o 5G para evitar que se tornem uma ‘arma’ contra os interesses da UE. 

O apelo de Breton aos Estados-Membros da UE e operadores de telecomunicações é para que tomem as medidas necessárias imediatamente.

Em paralelo, é importante notar que o Brasil tem demonstrado um esforço contínuo na área de inovação tecnológica. Nos últimos 10 anos, foram investidos pela Huawei 250 milhões de reais em pesquisa e inovação. Além disso, somente em 2022, o país recolheu 1,6 bilhão de reais em impostos da gigante chinesa.

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