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IndiGo faz mega compra de 500 A320neo: Índia cimenta posição na aviação comercial

Foto: Divulgação/AirBus

A companhia aérea IndiGo, da Índia, consolidou a presença do país na indústria aeronáutica global ao realizar a maior compra de aeronaves na história. Em um anúncio no Paris Air Show, a IndiGo comprometeu-se a adquirir 500 modelos A320neo da fabricante europeia de aviões, Airbus. Este acordo colossal marca um importante ponto de inflexão na aviação comercial, com a Índia emergindo como uma potência significativa.

Anteriormente neste ano, a Air India, controlada pelo conglomerado industrial Tata, fez a até então maior compra no mercado aéreo, adquirindo 470 aeronaves, uma combinação de modelos da Airbus e de sua rival americana, a Boeing. No entanto, a nova aquisição da IndiGo superou esse recorde de maneira impressionante.

O anúncio foi feito no Paris Air Show, um dos principais eventos aeroespaciais do mundo que é realizado alternadamente com o britânico Farnborough. O evento bienal, que foi cancelado em 2021 devido à pandemia de Covid-19, retornou este ano com grandes novidades.

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Em 2022, a Airbus dominou o mercado mundial de aviação, entregando 661 aviões, superando os 480 da Boeing. Contudo, os americanos estão se recuperando rapidamente após a crise do seu novo modelo, o 737 MAX, que ficou parado por 20 meses devido a problemas técnicos que resultaram em dois acidentes fatais.

No ano passado, a Boeing vendeu 40% a mais do que em 2021, enquanto a Airbus registrou um crescimento de 8%. Esses resultados foram impulsionados pela recuperação gradual do mercado de aviação comercial, após o impacto da pandemia de Covid-19 entre 2020 e 2021, que reduziu drasticamente as viagens em todo o mundo.

Além da IndiGo, a Airbus também planeja anunciar negócios com a Saudi, uma empresa da Arábia Saudita, e com a australiana Qantas, que está interessada no modelo A220 para seu mercado regional. Este avião foi desenvolvido pela antiga empresa canadense Bombardier, antes de ser adquirida pela Airbus, e compete diretamente com as aeronaves regionais fabricadas pela brasileira Embraer, a terceira maior fabricante do mundo.

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