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Setor agropecuário gaúcho tem dívidas de R$ 3,9 bi no BNDES

(Imagem: Pixabay)

Diante das recorrentes estiagens que assolaram o Rio Grande do Sul, instituições do setor agropecuário buscaram o governo federal com uma sugestão: adotar mecanismos privados, amparados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), visando renegociar dívidas de R$ 3,9 bilhões. Estas são oriundas das cooperativas agropecuárias e seu acumulado deve-se, em grande parte, às adversidades climáticas.

Contudo, o cenário não é promissor, com a equipe econômica assinalando a impossibilidade de aportes orçamentários destinados a esta questão.

Este cenário de débitos financeiros preocupa profundamente, pois 27 cooperativas agropecuárias estão sobrecarregadas com dívidas que somam R$ 3,9 bilhões, conforme levantamento da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro-RS), ao finalizar a safra 2022/23.

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Em encontro recente com o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, os representantes do setor agropecuário gaúcho expuseram suas propostas. A orientação do ministro sugere a criação de alternativas que não afetem as contas públicas. A ideia central é que o próprio Estado atue como garantidor, proporcionando uma diminuição nos custos finais e, assim, oferecendo o respaldo necessário para as cooperativas.

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