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Selo ESG é dado a mineradora de Bitcoin por gestora

A Jacobi Asset Management, com sede em Londres, adotou uma abordagem inovadora ao anexar o selo ESG (Ambiental, Social e Governança Corporativa) a um ETF (Exchange-Traded Fund) de Bitcoin (BTC). Esse movimento, que chama a atenção dos especialistas em questões ambientais, está causando impacto na indústria.

O ETF, conhecido como “ETF Jacobi FT Wilshire Bitcoin”, sob o ticker BCOIN NA, alega se enquadrar no Artigo 8 dos regulamentos da União Europeia (UE). Esse enquadramento implica a promoção de critérios ESG em produtos financeiros. A iniciativa é notável por ser a primeira vez que regras de investimento ESG da UE são aplicadas a um ETF cujo objetivo principal é especular sobre o valor do Bitcoin.

Martin Bednall, ex-executivo da BlackRock e atual CEO da Jacobi, afirma que o ETF será “totalmente descarbonizado”. A estrutura do fundo envolve investimentos em certificados de energia renovável (RECs) para compensar as emissões de gases de efeito estufa geradas pela energia usada na mineração do Bitcoin rastreado pelo ETF.

O ETF tem sua base em Guernsey, uma ilha no Canal da Mancha, e está listado em Amsterdã. A Jacobi explora a possibilidade de listar o ETF em outras partes da Europa e está em conversas para a expansão para mercados na Ásia, África e Oriente Médio.

Bednall compartilhou que a abordagem inovadora se baseia em aquisições de RECs para apoiar projetos de energia renovável, visando compensar as emissões de gases de efeito estufa. Essa tentativa de equilibrar o impacto ambiental das operações de mineração de Bitcoin posiciona o ETF como um produto ESG pioneiro no setor.

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