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Ricardo Cavalcante é empossado Vice-Presidente da CNI

Nova diretoria da CNI tomou posse em Brasília

O industrial Ricardo Cavalcante, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), foi oficialmente empossado como Vice-Presidente Executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em um evento em Brasília, na terça-feira (31/10). A solenidade também marcou o início do mandato do engenheiro mecânico e administrador Ricardo Alban como Presidente da instituição. Ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), ele foi eleito em maio deste ano para um mandato de quatro anos à frente da entidade (2023-2027). Alban vai substituir Robson Braga de Andrade. Os ex-presidentes da FIEC, Beto Studart e Fernando Cirino, também foram empossados, ocupando os cargos de Diretor e Conselheiro Fiscal, respectivamente.

industrial Ricardo Cavalcante

Estiveram presentes na solenidade o Vice-Presidente da República, Ministro de Estado de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin; o Presidente da Câmara dos Deputados, Deputado Federal Arthur Lira; o Ministro-Chefe da Casa Civil, Rui Costa; o Ministro da Educação, Camilo Santana; a Senadora Augusta Brito; Edilberto Pontes, Conselheiro do Tribunal de Contas do Ceará; os Vice-Presidentes da FIEC, André Montenegro; o Presidente do Grupo Marquise, José Carlos Valente Pontes; os Diretores Chico Esteves e Edgar Gadelha; o Superintendente do SESI e Diretor do SENAI Ceará, Paulo André Holanda; o Superintendente de Relações Institucionais da FIEC, Sérgio Lopes; além de Deputados Federais, Estaduais, Diretores, Presidentes de Sindicatos da FIEC, convidados, entre outros.

Conheça as Iniciativas e o Impacto da CNI no Setor Industrial Brasileiro

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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) representa o motor industrial do Brasil, defendendo e incentivando políticas que promovam o empreendedorismo e a vitalidade produtiva em um setor que engloba mais de 476 mil indústrias. A entidade conduz seus esforços guiada pelo Mapa Estratégico da Indústria 2023-2032, um documento que sintetiza a colaboração de líderes empresariais de todo o país, delineando os principais desafios e oportunidades que se apresentam para a indústria. Nesse documento, identificam-se oito áreas essenciais que vão desde a Produtividade e a Inovação até a Eficiência do Estado, estabelecendo metas claras para um desenvolvimento industrial sustentável e inovador até o ano de 2032.

A CNI também se dedica à expansão global das indústrias brasileiras, por meio de iniciativas como o Fórum das Empresas Transnacionais, que congrega grandes corporações em busca de maior competitividade internacional, e a Coalizão Empresarial Brasileira, que agrega mais de 170 entidades com o objetivo de influenciar positivamente as negociações comerciais internacionais do Brasil. Além disso, a CNI opera o escritório brasileiro da International Chamber of Commerce (ICC), prestando suporte a milhões de empresas em questões de arbitragem internacional.

No âmbito das relações de trabalho, a CNI faz parte ativa do cenário global, com assento no Conselho de Administração da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e vice-presidência para a América Latina na Organização Internacional dos Empregadores (OIE), o que reforça seu papel nas discussões sobre as dinâmicas do trabalho no mundo.

Por fim, a CNI é uma fonte crucial de informações, realizando estudos e pesquisas que desvendam o comportamento da indústria e capturam as expectativas dos empresários diante da economia e das políticas implementadas. Suas sondagens também refletem o pulso da população em relação a questões nacionais de grande escala, proporcionando uma compreensão mais profunda sobre o setor industrial brasileiro.

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