Na esteira de ajustes, a taxa do DI para janeiro de 2025 caiu para 10,735%, refletindo ambiente externo e IPCA benigno. A sessão revelou consistente ritmo de queda nas taxas, mesmo diante de cautela no mercado de Treasuries. O IPCA de outubro, abaixo do consenso, contribuiu para a redução dos prêmios de risco.
O economista Victor Beyruti destaca o impulso do IPCA e acomodação das taxas longas no exterior. Em 12 meses, o IPCA acumulado caiu para 4,82%, próximo da trajetória benigna. Analistas do Bradesco veem a inflação se aproximando de 3%, fortalecendo o ‘forward guidance’ do Copom. Contudo, o cenário fiscal incerto, apesar dos esforços do ministro Haddad, gera preocupações. O mercado valoriza a meta de déficit zero em 2024, mas o risco de mudança persiste, destacando a possibilidade de emendas na LDO até 16 de novembro.





