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Avanços em energia eólica no pré-sal

Petrobras e parceiros colaboram em pesquisa eólica offshore no pré-sal, visando expandir a capacidade energética do Brasil e promover sustentabilidade.
energia eólica offshore
(Foto: Nicholas Doherty/Unsplash)

A inovação no campo da energia eólica offshore no Brasil ganha destaque com o início de medições no Campo de Búzios, Bacia de Santos. O projeto Ventos de Libra recebeu um investimento de R$ 8 milhões. Seu objetivo é desenvolver tecnologias e metodologias para a análise de ventos. Além disso, busca avaliar a viabilidade técnica para instalar turbinas eólicas no pré-sal. As ações são lideradas por empresas como Petrobras, Shell Brasil, TotalEnergies, CNPC, CNOOC e a participação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Este esforço conjunto entre o setor acadêmico e grandes players do mercado energético é um passo significativo no desenvolvimento de eólicas offshore no Brasil, um segmento com enorme potencial, conforme destaca Jean Paul Prates, presidente da Petrobras, à Agência Brasil. A pesquisa tem um viés estratégico, buscando aprimorar modelos para reduzir riscos na implantação de tecnologia eólica flutuante em águas profundas.

O foco do projeto está na integração das turbinas eólicas aos sistemas de produção de óleo e gás. Joelson Mendes, diretor de Exploração e Produção da Petrobras, ressalta os desafios científicos e tecnológicos deste empreendimento, especialmente devido às condições únicas do pré-sal, que se estende por cerca de 200 km da costa em profundidades de até 2 mil metros.

A transição energética e sustentabilidade são temas centrais neste projeto, como aponta Maurício Tolmasquim, diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras. Ele enfatiza a importância dessas iniciativas para o avanço na descarbonização das atividades da empresa.

A energia eólica offshore oferece uma nova fronteira para a geração de energia limpa no Brasil, potencializando a transição para combustíveis renováveis. Segundo um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a adoção dessa tecnologia pode multiplicar em 3,6 vezes a capacidade total de produção de energia elétrica do país.

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