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Polícia Federal investiga origem dos R$ 60 mil encontrados

Polícia Federal investiga 60 mil
(Foto: Polícia Federal/Divulgação)

Em um caso que chamou a atenção de Palmas, Tocantins, um aposentado encontrou a quantia enterrada no jardim de sua casa, dentro de um pote de sorvete. Agora, Polícia Federal investiga os R$ 60 mil para desvendar a origem desse montante, que pode ter conexões com um ex-secretário de saúde do estado investigado por corrupção.

Raimundo Soares Sobrinho, o aposentado, fez a descoberta enquanto cuidava do jardim. Ao encontrar o pote, não imaginava que dentro havia uma quantia significativa de dinheiro. Após encontrar a quantia escondida, ele chamou a polícia imediatamente, iniciando um processo de investigação que agora envolve a Polícia Federal.

A Polícia Federal assumiu o caso, destacando que o dinheiro passará por uma perícia para identificar possíveis digitais, rastrear a numeração das notas e verificar se há ligação com atividades ilícitas, especialmente as investigações em torno de Afonso Piva, ex-secretário de saúde, e sua mãe, Inêz Piva de Santana. A casa, comprada por Raimundo em agosto de 2023, era anteriormente de propriedade da família Piva.

Como a Polícia Federal investiga a origem dos R$ 60 mil, fica evidente a importância da perícia técnica em casos de potencial lavagem de dinheiro ou corrupção. A origem do dinheiro, seu possível uso em atividades criminosas e a integridade das instituições envolvidas são aspectos sob análise.

Quem eram os antigos donos da casa

O aposentado mora em Itacajá, no norte do Tocantins, e está passando uns dias na casa que comprou recentemente para a filha. Com a descoberta surpresa deste sábado, ele pediu ajuda do advogado Dhiogennes André Pereira Araújo para descobrirem que quem era o imóvel e possíveis responsáveis por terem enterrado o dinheiro.

Eles levantaram o histórico do imóvel e descobriram que a antiga proprietária era Inêz Piva de Santana, mãe do ex-secretário de Estado de Saúde, Afonso Piva. Ele perdeu o cargo em agosto de 2023 após se envolver em um escândalo e ser investigado pela Polícia Federal pela compra de 4 milhões de seringas para hospitais públicos. A defesa de mãe e filho declarou ao G1 que eles vão se manifestar apenas perante a autoridade policial quando e se forem intimados.

 

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