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Conheça Eliza, o primeiro chatbot do mundo

Eliza
(Foto: cottonbro studio/Pexels)

A história dos chatbots nos leva de volta à década de 1960, com a criação de Eliza, o primeiro chatbot do mundo, por Joseph Weizenbaum. Naquela época, Eliza marcava o início de uma nova era de interação humano-máquina, funcionando com uma série de respostas predefinidas baseadas em palavras-chave. A intenção era simular uma conversa, apesar de sua simplicidade. Avançamos rapidamente para 2022, e o lançamento do ChatGPT representa um salto significativo na inteligência e capacidade de interação desses sistemas.

A essência da conexão humana

A história de Eliza e o surgimento do ChatGPT ilustram um ponto fundamental: a busca humana por conexão. Mesmo nas interações mais básicas com Eliza, os usuários encontravam conforto e engajamento, um fenômeno que Weizenbaum observou com surpresa. Esse desejo de conexão não apenas persistiu mas cresceu, conforme os chatbots evoluíram para sistemas mais avançados e capazes de oferecer respostas mais complexas e personalizadas.

A tecnologia avança, mas os desejos permanecem

O progresso dos chatbots desde Eliza até as tecnologias atuais como ChatGPT, Siri e Alexa revela muito sobre nossas expectativas e interações com a tecnologia. Estes assistentes virtuais prometem diálogos que se assemelham a conversas humanas, cumprindo funções diárias e, ocasionalmente, servindo como companheiros. A essência dessas interações não mudou muito: buscamos ver traços humanos na tecnologia, algo que nos faz sentir conectados, compreendidos e até cuidados.

Reflexões sobre o futuro

A evolução contínua dos chatbots sugere um futuro em que a linha entre as interações humanas e tecnológicas pode se tornar cada vez mais tênue. A promessa de Weizenbaum de uma “conversa em linguagem natural” evoluiu para sistemas que podem não apenas simular a conversa, mas também aprender, adaptar-se e fornecer informações e assistência de maneiras cada vez mais sofisticadas. No entanto, a verdadeira medida do sucesso desses sistemas talvez resida em sua capacidade de nutrir a conexão humana, mesmo que essa conexão seja com um algoritmo.

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