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Empresas são investigadas por comércio ilegal de armas de fogo

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(Foto: PCDF/Reprodução)

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) realizou na manhã desta terça-feira (19), uma grande operação contra o comércio ilegal de armas no DF e a sonegação de impostos relacionada. Denominada de “Processo Legal“, a operação da polícia civil teve o objetivo de desmantelar empresas investigadas com suspeitas de operar fora da lei, comercializando armas de forma ilegal e sonegando impostos.

A investigação ganhou força após a denúncia de uma vítima, um CAC que não teve o nome divulgado. Ele teria comprado uma arma de fogo na loja, mas quando foi fazar o tramitê legal, o Exército negou, alegando que a nota fiscal era falsa. A vítima voltou a loja onde havia comprado a arma para tentar solucionar o problema, e os responsáveis, um policial militar e um despachante, ofereceram outra arma de numeração raspada e munições para que ele ficasse em silêncio.

A vítima, recusou e foi ameaçado de morte por se recusar a silenciar e querer denunciar a loja. Durante as investigações, foram descobertos mais nove estabelecimentos envolvidos em atividades semelhantes. Esses comerciantes são acusados de emitir notas fiscais falsas, dificultando o processo de registro legal de armas pelo Exército.

Durante a operação, foram executados 27 mandados de busca e apreensão. As empresas investigadas não apenas vendiam armas sem a devida contabilização de estoque, mas também ofereciam produtos com numeração raspada. A Receita do Distrito Federal apontou que a fraude fiscal dessas lojas vai além da venda de armas, afetando diretamente a ordem tributária.

Se confirmadas, as acusações contra os envolvidos incluem uma série de crimes graves: As penas, caso aplicadas, podem ultrapassar 20 anos de prisão.

  • Associação criminosa;
  • Falsidade ideológica;
  • Falsificação de documento particular;
  • Lavagem de bens, direitos e valores;
  • Sonegação fiscal;
  • Comércio ilegal de armas de fogo e munições.

As penas, caso aplicadas, podem ultrapassar 20 anos de prisão. O nome das lojas e dos envolvidos não foi divulgado.

 

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