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TikTok: ByteDance tem lucro anual de US$ 40 bilhões em 2023

TikTok
(Foto: cottonbro studio/Pexels)

A ByteDance, conglomerado chinês por trás da rede social TikTok, registrou um salto de 60% no lucro anual em 2023, revela a Bloomberg News. Apesar das controvérsias e desafios regulatórios enfrentados nos Estados Unidos, a startup se mantém no topo, consolidando-se como a mais valiosa globalmente, com um valor de mercado de US$ 225 bilhões. Conforme um documento (e fontes do portal), o lucro da empresa passou de US$ 25 bilhões em 2022 para mais de US$ 40 bilhões no ano passado.

Lucro em alta, desafios persistentes

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) alcançou a cifra de mais de US$ 40 bilhões, um indicativo da robustez e do potencial da ByteDance no cenário tecnológico global. Esse crescimento vem em um momento de intensificação das pressões para que a empresa venda o TikTok nos EUA ou enfrente uma possível proibição.

Estratégias e concorrência

Frente às ameaças de banimento, o TikTok busca reforçar sua base de usuários e seu apelo, com mais de 70 milhões de pessoas utilizando a plataforma nos EUA. A introdução do TikTok Notes, uma nova funcionalidade para postagem de fotos, marca um movimento estratégico da empresa para competir diretamente com gigantes como o Instagram, da Meta.

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O futuro do TikTok

A ByteDance enfrenta um cenário desafiador nos EUA, com projetos de lei que visam a operação do TikTok no país. Ainda assim, o crescimento financeiro demonstra a resiliência e adaptabilidade da empresa, que continua a inovar e expandir suas fronteiras no mundo digital. O futuro do TikTok nos EUA permanece incerto, mas sua trajetória de ascensão financeira é indiscutível.

TikTok x EUA

Em abril, a Câmara dos Estados Unidos aprovou um projeto de lei que levanta a possibilidade de uma proibição nacional do TikTok, o popular aplicativo de rede social. A votação foi com 352 a favor e 65 contra. Entre eles, 15 republicanos e 50 democratas, opondo-se, agora encaminham o projeto para avaliação do Senado, gerando incertezas sobre o futuro da rede social.

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