Conteúdo Patrocinado
Anúncio SST SESI

Governo propõe taxação das big techs no segundo semestre

O governo planeja enviar ao Congresso uma proposta de taxação das big techs neste semestre, com potencial arrecadação de R$ 5 bilhões anuais.
Ministério da Fazenda - PIB - Orçamento - taxação - big techs - déficit primário
Ministério da Fazenda (Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O governo federal se prepara para enviar ao Congresso Nacional, ainda no segundo semestre, uma proposta que visa taxar as grandes empresas de tecnologia, conhecidas como big techs. O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, divulgou a informação nesta quarta-feira (28). Contudo, o governo tratará a medida separadamente do projeto de lei do Orçamento de 2025, que será encaminhada ao Legislativo na próxima sexta-feira (30).

Embora o tema não esteja incluído na lei orçamentária, Dario Durigan ressaltou a relevância do assunto para o governo. “Apesar de a taxação das big techs não constar no PLOA [projeto da lei orçamentária anual], estamos avançando nessa discussão e traremos essa pauta ao Brasil no segundo semestre”, declarou o secretário executivo durante uma entrevista coletiva voltada para explicar o plano de revisão de gastos públicos.

A equipe ainda define os detalhes sobre como implementar a taxação. Dario Durigan explicou que essa medida é uma das recomendações da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), organismo internacional que orienta políticas econômicas e sociais.

Impacto na arrecadação

Estimativas iniciais da equipe econômica indicam que a taxação das big techs pode gerar uma arrecadação anual de cerca de R$ 5 bilhões. Uma das alternativas sendo estudadas é o aumento da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), um tributo aplicado, atualmente, sobre os combustíveis. Caso o governo escolha essa opção, estados e municípios também se beneficiarão, pois 29% da arrecadação da Cide são distribuídos entre eles. No entanto, o secretário executivo do Ministério da Fazenda não confirmou se essa será a escolha final.

Outras medidas em andamento

Além da proposta de taxação das big techs, o governo também está empenhado em avançar com outras reformas estruturais para controlar os gastos públicos. Entre elas, destacam-se a reforma do Imposto de Renda e a discussão sobre a vinculação de receitas e despesas. Dario Durigan afirmou que a equipe econômica trabalha para avançar nessas pautas o mais rápido possível. Contudo, ele não forneceu uma data específica para enviar as propostas ao Congresso Nacional.

A proposta de taxar as big techs segue uma tendência global de maior regulação e tributação dessas empresas, com o objetivo de garantir que contribuam de forma justa para as economias onde atuam.

Instagram
Acesse nossos canais
Siga nas Redes Sociais
Leia Também
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New