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Demissões na Boeing aumentam em meio à crise e atrasos

Boeing anuncia demissões para ajustar operações e enfrentar crises financeiras, greves e atrasos no cronograma de entregas.
Imagem de um avião da Boeing para ilustrar a matéria sobre as demissões da Boeing e sobre o aumento salarial. Além disso, mostrar o fim da greve da Boeing
(Imagem: André Du-pont/Wikimedia Commons)

A Boeing anunciou que planeja realizar demissões, cortando cerca de 10% de seus colaboradores como parte de uma estratégia para enfrentar os impactos da crise financeira atual. A decisão foi influenciada por uma greve prolongada de trabalhadores e dificuldades de caixa, que aumentou a pressão sobre um fabricante de aviões.

Impacto das demissões na Boeing

As demissões da Boeing são de executivos, gerentes e funcionários de diversos níveis, conforme comunicado do CEO Kelly Ortberg. Em 2023, a empresa possuía aproximadamente 171 mil colaboradores antes do início dos cortes. Ele enfatizou a gravidade da situação, afirmando: “Nosso negócio está em uma posição difícil, e é difícil exagerar os desafios que enfrentamos juntos”. A situação de incertezas reforça a necessidade de ajustes na estrutura da empresa.

Resultados financeiros preliminares e expectativas

A Boeing espera uma receita de US$ 17,8 bilhões para o terceiro trimestre de 2024, mas projeta uma perda de US$ 9,97 por ação. Apesar do fluxo de caixa operacional positivo de US$ 1,3 bilhão, o caixa total da empresa, somando investimentos, ficou em US$ 10,5 bilhões ao fim do período. As demissões na Boeing são uma das medidas para melhorar o desempenho financeiro, reduzindo custos operacionais.

Tentativa de acordo com sindicatos

A Boeing também busca retomar negociações com os sindicatos após duas propostas de aumento salarial sendo recusadas pelos trabalhadores. A greve, que já dura um mês, envolve cerca de 33 mil funcionários das principais instalações da empresa na região de Seattle. Sendo assim, a paralisação afeta diretamente a produção e as reservas da companhia. As últimas tentativas de negociação não obtiveram sucesso, o que aumentou as incertezas sobre o futuro do diálogo entre a empresa e os sindicatos.

Medidas de corte de custódia e ajuste estrutural

Para fazer lidar com a crise, a Boeing implementou diversas iniciativas de redução de despesas, como licenças para alguns colaboradores, congelamento de contratações e restrições de viagens corporativas. Apesar das demissões na Boeing, Kelly Ortberg garantiu que a empresa não planeja iniciar um novo ciclo de licenças. A prioridade é ajustar a estrutura de custos e garantir a sustentabilidade do negócio.

A crise e as demissões na Boeing causaram atraso nas entregas do 777X

Os desafios enfrentados pela Boeing também afetaram o cronograma de entregas do 777X, um dos projetos mais importantes da empresa. A Boeing adiou as primeiras entregas desse modelo para 2026 devido à paralisação das atividades e à suspensão dos testes de voo após descobrir fissuras em um componente essencial. Em agosto, a empresa interrompeu os testes, o que também impactou a versão cargueira, agora prevista para 2028.

Consequências financeiras dos atrasos e do ajuste de pessoal

Os atrasos no 777X causaram um prejuízo de US$ 2,6 bilhões, o que interfere negativamente nos resultados financeiros futuros da Boeing. Além disso, a divisão de aeronaves comerciais da empresa deverá enfrentar uma carga de US$ 3 bilhões antes dos impostos, considerando os programas do 767 em fase final. No setor de defesa e espaço, estima-se um encargo de US$ 2 bilhões antes dos impostos, ampliando os desafios financeiros. As demissões na Boeing são vistas como uma tentativa de equilibrar as perdas.

Reação do mercado e impacto nas ações após anúncios das demissões na Boeing

Com o anúncio das demissões na Boeing e os atrasos nos projetos, as ações da empresa registraram queda de 1,5% após o fechamento do pregão em Nova York na sexta-feira (11). No acumulado de 2024, os papéis da Boeing caíram 42%, refletindo a pressão contínua sobre suas operações e incertezas quanto ao futuro da empresa.

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