Jatos 737 Max da Boeing: China suspende entregas após incidente

Jatos 737 Max da Boeing: China suspende entregas após incidente
(Foto:: Divulgação/Boeing).

A Administração de Aviação Civil da China (CAAC) tomou a decisão de suspender temporariamente as entregas dos jatos 737 Max da Boeing. Essa ação veio após a própria Boeing recomendar inspeções adicionais, seguindo a descoberta de um parafuso sem porca durante uma manutenção de rotina. Este fato reforça a necessidade de checagens rigorosas na aviação.

Vale ressaltar que o atraso nas entregas não está relacionado ao recente incidente com o avião da Alaska Airlines, onde parte da fuselagem se desprendeu em pleno voo. As companhias aéreas chinesas não operam o modelo de aeronave envolvido nesse episódio. Dessa forma, este detalhe aponta para a complexidade e variedade dos desafios de segurança enfrentados pelas empresas aéreas.

Impacto no mercado chinês de aviação 

A Boeing já vem enfrentando desafios significativos no mercado chinês. Desde 2019, a companhia não conseguiu entregar nenhum 737 Max para a China. Após dois acidentes fatais, esses modelos foram globalmente suspensos. A recente entrega de um 787 Dreamliner à Juneyao Airlines trouxe esperanças de retomada, mas o atual cenário impõe novas incertezas.

Ações da FAA e repercussões

A situação se complica com o envolvimento da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA). A FAA anunciou estar monitorando as inspeções dos aviões 737 Max, com um foco específico em um parafuso solto no sistema de controle do leme. Este anúncio veio logo após um incidente com um modelo 737 Max 9, aumentando as preocupações com a segurança.

Segurança aérea e estratégia da Boeing

A Boeing e a CAAC não emitiram comentários detalhados sobre a situação. No entanto, relatos indicam que a China Southern Airlines pretende realizar inspeções de segurança adicionais nas aeronaves. Este cenário evidencia a importância vital das inspeções de segurança na aviação. Para a Boeing, representa um desafio contínuo na busca por fortalecer sua presença no mercado chinês de aviação, em meio a preocupações crescentes com a segurança aérea.

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