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Boeing enfrenta queda de 8% nas ações após incidente

Boeing enfrenta queda nas ações após incidente
(Foto: Boeing/Divulgação)

A fabricante de aeronaves Boeing fechou com queda de 8,03% nesta segunda-feira (8), na Bolsa de Nova York. Este revés ocorre em meio ao acidente com um modelo 737 MAX 9 da Alaska Airlines, cuja fuselagem descolou durante um voo. O evento abalou a confiança dos investidores.

Esta situação é agravada pela falta de consenso entre a Boeing e a Federal Aviation Administration (FAA) sobre o uso do modelo nos Estados Unidos. A FAA ordenou a suspensão temporária de aproximadamente 171 aeronaves 737 MAX 9.

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) do Brasil ecoou a decisão da FAA, suspendendo os voos dos modelos 737 MAX 9 no país. A Copa Airlines utilliza o modelo para voos entre São Paulo, Rio de Janeiro e Cidade do Panamá.

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Histórico de crises na Boeing

Apesar de um aumento de 36,84% em 2023, a Boeing teve um histórico turbulento nos últimos anos. Incidentes e preocupações de segurança com o modelo 737 Max 8, juntamente com a pandemia de Covid-19, afetaram as encomendas e o valor de mercado da empresa. As ações sofreram uma queda de 5,38% em 2022 e 5,95% em 2021, após uma modesta alta em 2019, seguida por uma queda acentuada de 34,29% devido à pandemia.

Em 2019, a Boeing enfrentou sua maior crise com a aeronave 737 MAX, a predecessora do 737 MAX 9. O modelo foi um dos maiores sucessos da indústria aeronáutica com cerca de 5.000 encomendas desde o início de seu desenvolvimento em 2011.

No entanto, o 737 MAX enfrentou uma proibição global de voo a partir de março daquele ano. Dois acidentes fatais, um em novembro de 2018 e outro em março, motivaram esta decisão, ambos relacionados a falhas no sistema de software do avião, resultando na trágica perda de 346 vidas. Estes eventos catastróficos levaram à eventual demissão do então presidente da empresa, Dennis Muilenburg.

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