SoftBank amplia investimentos e compra ações de funcionários da OpenAI

SoftBank investe mais na OpenAI e compra ações de funcionários por US$ 1,5 bi. Valuation da empresa atinge US$ 157 bilhões.
Logo da OpenAI.
(Imagem: Shutterstock)

O SoftBank, gigante japonês de investimentos, está ampliando sua presença no mercado de inteligência artificial. Após ter investido US$ 500 milhões na OpenAI em outubro, o grupo agora se prepara para comprar até US$ 1,5 bilhão em ações pertencentes aos funcionários da OpenAI.

Funcionários da OpenAI ganham oportunidade de venda de ações

A OpenAI anunciou que, até o dia 24 de dezembro, os funcionários poderão vender suas ações ao SoftBank. Nesse sentido, a transação será realizada por meio de uma venda secundária, modalidade que permite a troca de papéis sem causar diluição do capital da empresa. Essa estratégia atende tanto à demanda dos investidores quanto à necessidade da companhia de diversificar sua base acionária.

O SoftBank, através do Vision Fund 2, enxerga nessa oportunidade uma maneira estratégica de consolidar sua posição no segmento de IA. Além disso, segundo Masayoshi Son, CEO do SoftBank, o fundo estava “guardando dezenas de bilhões de dólares” para investir em tecnologias de ponta. Esse movimento segue a mesma linha de investimentos realizados anteriormente em gigantes como Apple, Alibaba e Qualcomm, bem como em startups emergentes de IA.

Valuation da OpenAI e perspectivas para o mercado

Desde o lançamento do ChatGPT, em 2022, o valuation da OpenAI subiu para US$ 157 bilhões. A empresa também conta com o apoio de grandes players, como a Microsoft, que já investiu US$ 13 bilhões.

Para os investidores, o interesse na OpenAI vai muito além do potencial financeiro imediato. De fato, a inteligência artificial está sendo amplamente vista como o próximo grande passo em inovação global e, consequentemente, promete revolucionar indústrias inteiras.

O que significa o movimento do SoftBank?

A entrada do SoftBank no mercado de inteligência artificial é um indicativo claro de que o setor deve continuar em alta. Com foco em startups e empresas consolidadas, o grupo busca não apenas retornos financeiros, mas também um posicionamento estratégico em uma tecnologia que moldará o futuro.

Foto de Vitoria Costa Pinto

Vitoria Costa Pinto

Vitória Costa Pinto, estudante de Comunicação Social na UFBA, iniciou sua carreira em 2019 como redatora. Atuou como social media, gestora de projetos e planejadora de conteúdo, consolidando-se como jornalista em 2024. Apaixonada por política, economia e negócios, acredita no poder transformador da comunicação.

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