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King Air F90: Quem era o dono do avião que caiu em São Paulo?

Um trágico acidente aéreo em São Paulo levantou questões sobre a propriedade de um King Air F90 da Máxima Inteligência Operações. Embora a aeronave estivesse normal e com certificação válida, a falta de autorização para voos comerciais gera dúvidas sobre sua finalidade. Investigações estão em andamento para esclarecer o incidente. Saiba mais sobre essa história intrigante.
King Air F90 voando sobre área florestal, modelo de avião que caiu em São Paulo, conhecido por sua alta performance e uso executivo.
O avião de matrícula PS-FEM foi adquirido em 11 de dezembro de 2024. (Foto: Divulgação)

A aeronave envolvida no acidente na Barra Funda, em São Paulo, era um King Air F90, de prefixo PS-FEM. O avião pertencia à empresa Máxima Inteligência Operações e Empreendimentos, conforme registro na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Segundo o órgão, a aeronave era de uso exclusivo privado e não tinha autorização para operação como táxi aéreo.

Características do King Air F90

Fabricado pela Beechcraft, o King Air F90 é um bimotor turboélice de médio porte, projetado para viagens executivas. O modelo foi lançado na década de 1970 e se destacou pela fuselagem reforçada, cabine pressurizada e alta performance.

Especificações técnicas:

  • Fabricante: Beechcraft
  • Ano de fabricação: 1981
  • Máximo de ocupantes: 11 (dependendo da configuração interna)
  • Velocidade de cruzeiro: 578 km/h
  • Alcance máximo: 3.345 km
  • Altitude máxima de operação: 35.000 pés (10.668 m)
  • Peso máximo de decolagem: 4.967 kg
  • Categoria de registro: Privada – Serviço Aéreo Privado

Os preços de uma aeronave King Air F90 variam entre R$ 3,5 milhões e R$ 40 milhões, dependendo do ano de fabricação e das condições do avião.

Propriedade e histórico da aeronave

O avião de matrícula PS-FEM foi adquirido em 11 de dezembro de 2024 pela Máxima Inteligência Operações e Empreendimentos LTDA, empresa sediada na Rua Taquary, 97, bairro Cristal, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

Os sócios administradores da empresa são Márcio Louzada Carpena e Maria da Graça Paz Louzada. A companhia atua em diversas áreas, incluindo consultoria em gestão empresarial, intermediação de negócios, gestão de ativos intangíveis, compra e venda de imóveis e aluguel de imóveis próprios.

Vídeo postado por Márcio Carpena em seu Instagram momentos antes da decolagem.

A aeronave havia sido comprada há cerca de três meses e estava em situação normal de aeronavegabilidade, segundo a ANAC. Seu certificado de validade (CVA) era válido até 9 de dezembro de 2025.

O Advogado Márcio Carpena e o Piloto da aeronave. (Foto: Reprodução Instagram)

Restrição para Táxi Aéreo

Apesar de ser um avião executivo, o King Air F90 de prefixo PS-FEM não tinha autorização para realizar voos comerciais ou fretamento de passageiros, pois sua certificação na ANAC indicava uso exclusivamente privado. A falta de permissão para táxi aéreo levanta questionamentos sobre a finalidade do voo realizado na manhã do acidente.

As investigações continuam para esclarecer os detalhes do ocorrido e se a aeronave estava sendo utilizada dentro das normas estabelecidas pelas autoridades aeronáuticas.

Confira os dados do registro da aeronave na ANAC AQUI.

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