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FIEC e China firmam parceria para atrair indústrias para o Ceará

A parceria entre a FIEC e a China pode transformar o comércio no Ceará. Focando em energias renováveis, o acordo visa ampliar a colaboração entre empresas locais e Dalian. O presidente do Sistema FIEC, Ricardo Cavalcante, destacou o potencial do Ceará para energia barata, aproveitando os investimentos chineses em energia solar e eólica. Essa aliança pode abrir novas oportunidades de negócios e fortalecer a economia local!
Ricardo Cavalcante, Edson Queiroz Neto, Yu Hongbo e César Ribeiro durante assinatura de parceria entre FIEC e China.
Ricardo Cavalcante, Edson Queiroz Neto, Yu Hongbo e César Ribeiro durante assinatura de parceria entre FIEC e China.
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O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), industrial Ricardo Cavalcante, recebeu o vice-presidente do Conselho Chinês para a Promoção do Comércio Internacional (CCPIT), Subconselho de Dalian, Yu Hongbo, para a assinatura de um memorando de entendimento. O acordo de cooperação técnica entre FIEC e China tem como foco ampliar a promoção comercial, industrial e de investimento. A assinatura aconteceu na Casa da Indústria, em Fortaleza, na sexta-feira (21/03).

Também participaram do encontro Lin Lin, diretora-adjunta do Departamento de Exposições e Cooperação Internacional do CCPIT-Dalian; Liu Lu, integrante da mesma equipe; Guilherme Muchale, gerente do Observatório da Indústria do Ceará; Edson Queiroz Neto, presidente do Conselho de Administração do Grupo Edson QueirozCarlos Barros, presidente da Colibri Capital; César Ribeiro, diretor de Novos Negócios e Relações Internacionais da Colibri Capital; e Priscilla Barros, CEO da Zhou Consultoria.

Cooperação entre FIEC e China prevê missões e apoio a eventos

O acordo entre FIEC e China prevê o intercâmbio de informações econômicas e comerciais, políticas e de regulamentos. Também inclui o apoio mútuo a feiras, conferências e exposições, além da realização de missões técnicas e empresariais. A proposta é facilitar conexões entre empresas do Ceará e da cidade de Dalian, com foco em inovação e expansão de mercado.

Durante o encontro, Ricardo Cavalcante destacou o potencial da parceria entre a Fiec e a China para o Ceará no setor de energias renováveis. Ele lembrou que a China é líder mundial em investimentos em energia solar e eólica. Já o Ceará oferece uma das menores tarifas de geração de energia do mundo.

“Esse memorando abre as portas para o desenvolvimento de muitos negócios. A China é um dos países que mais investe em energia eólica e solar no mundo, e é aí que o Ceará entra. O Nordeste tem uma enorme capacidade de produzir energia barata, e esse talvez seja o grande negócio que poderemos fazer daqui a para a frente. Nosso objetivo é trazer indústrias para o Ceará com o menor custo de energia do planeta”, afirmou o presidente do Sistema FIEC.

A delegação chinesa também conheceu o trabalho do Observatório da Indústria, que apresentou estudos e dados sobre o cenário energético global, reforçando a importância da inteligência de dados para decisões estratégicas para fortalecer a nova parceria entre a Fiec e China.

Crescimento da economia favorece novas parcerias entre FIEC e China

Segundo o Escritório Nacional de Estatística (ENE) da China, o país alcançou crescimento de 5% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2024. No quarto trimestre, o avanço foi de 5,4%, acima das previsões de 4,9%. A produção industrial cresceu 6,2% em dezembro, e as vendas no varejo subiram 3,7%.

Confira no vídeo análise do crescimento do PIB da China em 2024:

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Esses indicadores mostram a força da economia chinesa, a segunda maior do mundo. A renda per capita do país cresceu, em média, 8% ao ano nas últimas três décadas. Parcerias como a de FIEC e China ajudam a conectar o Ceará a esse cenário global e a setores estratégicos como energia, tecnologia e logística.

Comércio entre Brasil e China segue em expansão

Em 2024, o comércio entre Brasil e China movimentou US$ 188,17 bilhões, um crescimento de 3,5% em relação ao ano anterior, segundo a Administração Geral das Alfândegas da China (AGA). A China importou US$ 116,09 bilhões em produtos brasileiros, incluindo 6,47 milhões de toneladas de milho1,34 milhão de toneladas de carne bovina e 75.630 toneladas de café.

O Brasil também importou US$ 72,08 bilhões em produtos chineses, com alta de 22%. Entre os destaques estão os 149,9 mil veículos elétricos adquiridos entre janeiro e novembro de 2024, segundo a Associação Chinesa de Automóveis de Passageiros.

Diante desses números, a aproximação entre FIEC e China reforça o papel do Ceará como um novo polo de oportunidades para negócios internacionais.

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