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Aumento do ICMS: veja o que muda para o consumidor em abril

A partir de abril, o aumento do ICMS entra em vigor em 10 estados, elevando a carga tributária e impactando diretamente os consumidores. A alíquota sobe de 17% para 20%, o que, somado a outros impostos, pode tornar produtos mais caros. A medida visa equilibrar a concorrência entre o varejo nacional e importados, mas gera questionamentos sobre seus impactos na economia.
A imagem mostra um carrinho de compras vazio para representar o aumento do ICMS.
Aumento do ICMS: veja o que muda para o consumidor em abril. Foto: Canva.

A partir de 1º de abril, o aumento do ICMS sobre compras internacionais feitas em plataformas como Shein e AliExpress entrará em vigor em 10 estados brasileiros, elevando os custos para consumidores que utilizam o e-commerce global. A nova alíquota impactará diretamente os preços finais dos produtos importados, tornando as compras online menos acessíveis.

Estados adotam aumento do ICMS sobre remessas internacionais

O aumento do ICMS foi decidido pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), elevando a alíquota estadual de 17% para 20% nas compras realizadas pelo Regime de Tributação Simplificada (RTS), que abrange remessas de até US$ 50. A justificativa da medida é equilibrar a competitividade entre o varejo nacional e as importações.

Os estados que implementaram o aumento do ICMS são:

  • Acre
  • Alagoas
  • Bahia
  • Ceará
  • Minas Gerais
  • Paraíba
  • Piauí
  • Rio Grande do Norte
  • Roraima
  • Sergipe

Enquanto isso, os demais 17 estados e o Distrito Federal optaram por manter a alíquota em 17%.

Impacto do aumento do ICMS nas compras internacionais

O aumento do ICMS se soma à chamada “taxa das blusinhas”, o imposto de importação de 20% para remessas de até US$ 50, restabelecido pelo governo federal em 2024. Como resultado, a carga tributária pode ultrapassar 50%, reduzindo a competitividade dos produtos estrangeiros.

Além do aumento do ICMS, os consumidores enfrentam:

  • Tributação federal sobre remessas
  • Maior custo final dos produtos
  • Impacto na demanda por compras internacionais
  • Desigualdade na carga tributária entre varejo nacional e importados

Entenda mais detalhes sobre a taxa no vídeo abaixo:

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Varejo nacional e a busca por equilíbrio tributário

O setor de varejo nacional avalia esse aumento como um avanço, mas ainda insuficiente para equilibrar a carga tributária entre produtos nacionais e importados. Atualmente, empresas locais enfrentam uma carga tributária de até 90%, enquanto as compras internacionais, mesmo com os novos impostos, ainda possuem uma incidência menor de tributos.

Com o aumento do ICMS, consumidores precisarão reavaliar suas compras internacionais, enquanto o mercado de importação deve buscar alternativas para continuar competitivo diante da nova tributação.

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