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PIB do Brasil 2025 deve desacelerar para 2,0%, prevê FMI

PIB do Brasil 2025 deve desacelerar para 2,0%, conforme projeção do FMI. A revisão reflete o impacto das políticas comerciais dos EUA e a queda nas exportações, com efeitos globais sobre o comércio e as finanças.
A imagem mostra uma pessoa segurando notas de real para representar o PIB do Brasil 2025
PIB do Brasil 2025 deve desacelerar para 2,0%, prevê FMI. Foto: Canva
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O PIB do Brasil deverá desacelerar para 2,0% em 2025, conforme projeção divulgada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) nesta terça-feira (22). A revisão para baixo reflete os efeitos do “Tarifaço de Trump”, que reacendeu a guerra comercial e gerou instabilidade nas principais economias globais.

Impacto das políticas comerciais dos EUA no PIB do Brasil 2025

Na atualização do relatório Perspectiva Econômica Global, o FMI também revisou a previsão de crescimento da América Latina, com destaque para o Brasil, que antes era estimado em 2,2%. Agora, o crescimento brasileiro é projetado para 2,0%, impactado pela queda nas exportações e pelo aperto das condições financeiras globais.

A revisão das projeções também se estende à economia mundial, com o FMI alertando sobre uma desaceleração global. A previsão de crescimento mundial em 2025 foi reduzida para 2,8%, abaixo dos 3,3% projetados em janeiro. A queda de 0,5 ponto percentual nas estimativas reflete os efeitos das novas políticas comerciais dos Estados Unidos.

Veja mais detalhes sobre o PIB do Brasil 2025 no vídeo abaixo:

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O relatório destaca que as tarifas impostas pelos EUA têm impactos diretos no Brasil e em outros países exportadores, gerando menor demanda externa e maior volatilidade no mercado financeiro. Essa nova rodada de tarifas eleva os custos logísticos e aumenta as incertezas sobre investimentos.

Além disso, a previsão de crescimento dos Estados Unidos foi rebaixada para 1,8% em 2025, refletindo os efeitos da guerra comercial com a China e o enfraquecimento das cadeias globais de produção. Para enfrentar esse cenário desafiador, o FMI recomenda que o Brasil mantenha a disciplina fiscal e avance com reformas estruturais, buscando maior resiliência frente às incertezas externas.

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