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Banco Pine anuncia lucro de R$ 73,5 milhões no 1T25; novo recorde no período

O Banco Pine registrou um lucro de R$ 73,5 milhões no 1T25, com crescimento de 16,7%. Com um ROE de 25%, destaca-se pela eficiência operacional. A carteira de crédito foi para R$ 15,4 bilhões, impulsionando esse desempenho. A introdução do consignado privado pode melhorar a rentabilidade. Conheça na matéria as estratégias do Banco Pine.
Recepção do Banco Pine com logotipo iluminado, representando o lucro do Banco Pine no 1T25, que alcançou R$ 73,5 milhões
Com ratings br.A atribuídos por Moody’s e S&P, o Banco Pine adota um modelo ágil e voltado a soluções estruturadas

lucro do Banco Pine no 1T25 foi de R$ 73,5 milhões, resultado que representa o maior valor já registrado pela instituição em um trimestre. O crescimento foi de 16,7% em relação ao 1T24, enquanto o retorno sobre o patrimônio (ROE) alcançou 25%, evidenciando a eficiência operacional da instituição.

Esse desempenho confirma uma trajetória recorrente de bons resultados. Em 2024, o Pine acumulou R$ 258 milhões em lucro líquido, um avanço de 43% sobre 2023. No 4T24, o banco registrou R$ 67 milhões, alta de 8% frente ao mesmo período do ano anterior. Já no 1T24, o lucro havia sido de R$ 63 milhões, crescimento de 106% em relação ao 1T23.

Crédito impulsiona lucro do Banco Pine no 1T25

A expansão da carteira de crédito foi decisiva para o resultado. O saldo atingiu R$ 15,4 bilhões em março de 2025, alta de 32% sobre o 1T24. Em dezembro de 2024, a carteira já somava R$ 14,3 bilhões, com aumento de 49% em 12 meses.

O avanço foi impulsionado por duas frentes. A carteira de varejo colateralizado chegou a R$ 9,3 bilhões, com crescimento de 35%. Esse segmento inclui o crédito consignado (com desconto em folha de pagamento), a antecipação do saque-aniversário do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e a carteira de cartão benefício. Esses produtos vêm ganhando relevância por oferecerem maior rentabilidade e menor risco.

Já a carteira de atacado totalizou R$ 6,1 bilhões, com destaque para o segmento de grandes empresas, que cresceu 40%.

Sobre essa estratégia, o banqueiro Rodrigo Pinheiro, diretor-executivo do Banco Pine, declarou:

“Temos focado nosso crescimento no Atacado em Grandes Empresas, segmento onde temos observado melhores oportunidades de margem e cross-sell e de operações estruturadas e colateralizadas. Seguimos com presença e times dedicados em setores representativos da economia, como o Agronegócio, Imobiliário e Energia, que somados representam aproximadamente 57% de nossa carteira e cerca de 35% do PIB nacional.”

Consignado privado fortalece resultados

Outro fator que contribuiu para o lucro do Banco Pine no 1T25 foi o início da operação no consignado privado, em abril. A estratégia visa ampliar o spread médio da carteira e aumentar a rentabilidade da vertical de varejo colateralizado.

Segundo Clive Botelho, membro do comitê executivo, “estamos preparados para atuar no Consignado do Trabalhador. Já iniciamos o reforço de time, tecnologia e uma esteira robusta para atuar tanto no B2B quanto no B2C. Este produto tende a ganhar tração ao longo de 2025, aumentando o spread médio da carteira e, consequentemente, a rentabilidade da vertical de Varejo Colateralizado.”

ROE elevado e liquidez sólida sustentam desempenho

resultado operacional do 1T25 foi de R$ 153 milhões, alta de 40% em relação a março de 2024. Isso demonstra disciplina na alocação de capital e controle de custos.

captação de recursos somou R$ 18,5 bilhões, com aumento de 28% frente a março de 2024. O Patrimônio de Referência e o caixa livre totalizaram R$ 1,8 bilhão cada, garantindo liquidez confortável e capacidade para sustentar a expansão.

Lucro do Banco Pine no 1T25 reflete gestão eficiente

Segundo Noberto Pinheiro Jr., diretor-executivo do Banco Pine, “o primeiro trimestre do ano foi marcado pela entrega consistente de resultados, com recordes de resultados consecutivos. A estratégia de diversificação de negócios possibilita seguir crescendo e entregando níveis de retorno saudáveis e sustentáveis.”

Banco Pine, fundado em 1997 e com capital aberto desde 2007, segue sendo uma referência entre os bancos médios. Com ratings br.A atribuídos por Moody’s e S&P, o banco adota um modelo ágil e voltado a soluções estruturadas, com forte presença nos setores estratégicos da economia.

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