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IRB no 2T25 mostra recuperação com lucro e alta leve das ações

Resultado do IRB no 2T25 registrou lucro de R$ 144 milhões, com alta de 120% acima de projeção. O ROE chega a 12,3%, com índice combinado ao recuo de 91% e ações sobem 2,09%, a R$ 47,38. Queda no prêmio emitido e aumento de despesas marcam trimestre.
Resultado do IRB no 2T25
O setor de resseguros enfrenta intensa concorrência, impulsionada pela chegada de novas seguradoras internacionais ao mercado. (Foto: Divulgação/IRB)

O mercado financeiro surpreendeu-se positivamente na quinta-feira (14/08) com o resultado do IRB no 2T25. A companhia reportou lucro de R$ 144 milhões no segundo trimestre, crescimento de 120% em relação a 2024. O desempenho superou em 27% a projeção do Goldman Sachs e ficou 12% acima do consenso de mercado. No pregão de hoje, as ações da IRB Re (IRBR3) fecharam cotadas a R$ 47,03, alta de 0,90% em relação ao fechamento anterior de R$ 46,61.

Além disso, o banco destacou que o ROE do IRB avançou para 12,3%. A melhora operacional foi sustentada pela redução da sinistralidade, favorecida pela liberação de IBNR, sigla para Incurred But Not Reported (Ocorridos mas não Reportados).

IRB no 2T25 reflete eficiência e ganhos operacionais

O prêmio emitido totalizou R$ 1,343 bilhão, queda de 6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já as despesas administrativas cresceram 17%, para R$ 98,2 milhões, enquanto o resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 149,8 milhões, embora tenha mostrado melhora de 2% nos últimos dois anos.

Mesmo com custos mais elevados e menor volume de prêmios, o IRB no 2T25 consolidou um cenário de maior eficiência. Estratégias de gestão de risco e controle rigoroso de sinistros sustentaram a lucratividade e reforçaram a confiança do mercado no processo de recuperação da companhia.

O setor de resseguros vive um momento de forte competição, marcado pela entrada de players internacionais e pela busca por maior eficiência operacional frente ao aumento dos riscos globais. No Brasil, a demanda tem crescido com a expansão de seguros corporativos e agrícolas, enquanto no exterior a elevação de custos de catástrofes naturais pressiona margens e exige maior capacidade técnica das empresas do segmento.

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